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publicado em 20/11/2012 às 12h20:00
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Riscos de infarto foram
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Riscos de infarto foram "particularmente elevados" no primeiro ano de desemprego.

O desemprego, a perda de empregos múltiplos e períodos curtos sem trabalho podem estar associados ao aumento do risco de infarto agudo do miocárdio, ou ataque cardíaco, de acordo com estudo publicado no Archives of Internal Medicine.

Muitos adultos nos EUA são afetados pela tensão de instabilidade no emprego, mas pouco se sabe sobre o efeito cumulativo de várias perdas de emprego e do desemprego sobre os riscos para o ataque cardíaco.

O líder da pesquisa Matthew E. Dupre e seus colegas da Duke University examinaram as associações entre o desemprego e o risco de infarto em 13.451 adultos com idades entre 51 e 75 anos, acompanhados de 1992 a 2010.

"Os resultados demonstraram que várias características de empregos passados e atuais aumentam o risco de eventos cardiovasculares. Embora os riscos de ataque cardíaco tenham sido mais significativos no primeiro ano após a perda do emprego, o status de desemprego, o número acumulado de perdas de emprego e o tempo sem emprego foram, cada um, independentemente associados ao maior risco de infarto", afirmam os autores.

Os pesquisadores documentaram 1.061 eventos de ataque cardíaco entre os participantes. No grupo de estudo, 14% dos indivíduos estavam desempregados no início do estudo, 69,7% tinham uma ou mais perdas de empregos acumulados, e 35,1% passaram um período desempregados.

A análise estatística mostrou que os riscos de ataque cardíaco foram significativamente maiores entre os desempregados e que a propensão aumentou gradativamente de uma perda de emprego para quatro ou mais perdas de empregos acumuladas.

Os riscos para infarto também foram "particularmente elevados" no primeiro ano de desemprego, mas não depois disso.

"Nós descobrimos que o desemprego teve papel tão importante no risco de ataque cardíaco quanto outros fatores de risco tradicionais, como tabagismo, diabetes mellitus e hipertensão", afirmam os autores.

A equipe ressalta que no contexto da economia atual dos EUA, estudos adicionais devem investigar os mecanismos que contribuem para o risco de ataque cardíaco relacionado ao desemprego a fim de identificar alvos viáveis para intervenções bem sucedidas.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Desemprego    Ataque cardíaco    Infarto    Matthew E. Dupre    Duke University    Archives of Internal Medicine   
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