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publicado em 20/11/2012 às 09h17:00
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Aparelho Hologic Selenia Dimensions 3D que faz o exame tomossíntese Elizabeth Rafferty, principal pesquisadora do estudo
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Aparelho Hologic Selenia Dimensions 3D que faz o exame tomossíntese
Elizabeth Rafferty, principal pesquisadora do estudo

Nova técnica que utiliza imagens tridimensionais para rastrear o câncer de mama aumenta a precisão do diagnóstico, de acordo com estudo publicado na revista Radiology.

O exame, chamado tomossíntese, também reduz significativamente as taxas de resultados falsos positivos.

"Este é o primeiro avanço importante na triagem do câncer de mama desde o desenvolvimento da ressonância magnética da mama", afirma a principal pesquisadora Elizabeth Rafferty, do Massachusetts General Hospital, nos EUA.

Ao contrário de uma mamografia digital convencional, que envolve duas radiografias de cada mama, a tomossíntese capta múltiplas imagens da mama de diferentes ângulos. As imagens são, então, utilizadas para produzir uma reconstrução tridimensional da mama.

Tanto a mamografia digital quanto a tomossíntese da mama, que foi aprovada pela Food and Drug Administration (FDA) em fevereiro de 2011, podem ser realizadas no mesmo equipamento de mamografia.

Rafferty e seus colegas avaliaram 1.192 mulheres recrutadas em cinco locais diferentes, das quais 997 tinham dados completos. Cada uma das participantes foi submetida a uma mamografia digital padrão, seguida de uma tomossíntese.

A equipe então, selecionou 622 casos e os dividiram em dois estudos: um com 312 mulheres e 48 casos de câncer, e outro com 310 mulheres e 51 registros de tumores.

Em comparação com a mamografia digital sozinha, o uso da mamografia padrão e da tomossíntese resultou em aumento da precisão do diagnóstico para todos os médicos.

No primeiro estudo, a precisão foi 10,7% maior e no segundo, 16%. Já as taxas de falso positivo diminuíram 38,6% na primeira pesquisa e 17,1% na segunda, evitando a repetição desnecessária de exames.

"Quase todos os ganhos de sensibilidade diagnóstica ao usar técnicas combinadas foram atribuídos à melhor detecção e caracterização de cânceres invasivos, que são os tipos com maior potencial de metástase", afirma Rafferty.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, há evidências convincentes de que a mamografia reduz a mortalidade de câncer de mama em mulheres entre as idades de 40 e 74 anos.

No entanto, cerca de 30% desse tipo de tumor não são detectados pela mamografia e um adicional de 10% das mulheres ainda recebem resultados falso-positivos.

Fonte: Isaude.net
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