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publicado em 20/11/2012 às 08h32:00
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O orangotango é uma das espécies mais inteligentes de primatas, exclusiva da Ásia Os chipanzés também foram objeto do estudo O professor do departamento de economia da University of Warnick, Andrew Oswald
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O orangotango é uma das espécies mais inteligentes de primatas, exclusiva da Ásia
Os chipanzés também foram objeto do estudo
O professor do departamento de economia da University of Warnick, Andrew Oswald

Uma equipe internacional de pesquisadores descobriu que, como em humanos, o padrão de bem-estar (ou felicidade) de chipanzés e orangotangos segue forma de U: é rico durante a juventude, cai na meia-idade, voltando a subir na idade avançada.

Liderada pelo economista Andrew Oswald, Professor do Departamento de Economia da Universidade de Warwick, e o psicólogo Alex Weiss, da Universidade de Edimburgo, a equipe estudou 508 grandes macacos de zoológicos e santuários, nos Estados Unidos, Japão, Canadá, Austrália e Cingapura. O bem estar dos macacos foi avaliado por cuidadores, voluntários, pesquisadores e responsáveis pelos animais. Seu índice de felicidade foi marcado com uma série de medidas adaptadas a partir do que se considera um estado de bem estar entre os seres humanos.

"Mostramos, com estas conclusões, que não pode ser somente por causa das hipotecas, divórcios, celulares ou qualquer outra condição comum à vida moderna, que atingem mais fortemente os homens durante esta fase."
De acordo com o professor Andrew Oswald, o objetivo do estudo foi entender o porque da felicidade humana seguir uma curva em U durante a vida. " Mostramos, com estas conclusões, que não pode ser somente por causa das hipotecas, divórcios, celulares ou qualquer outra condição comum à vida moderna, que atingem mais fortemente os homens durante esta fase. Os macacos enfrentam problemas semelhantes, na mesma época, sem ter nenhuma destas necessidades."

A equipe, que incluiu primatólogos e psicólogos do Japão e dos Estados Unidos, não descartou a possibilidade de que os eventos econômicos ou forças sociais e culturais contribuam, em parte, para a formação deste gráfico em forma de U. No entanto, eles destacam a necessidade de considerar explicações evolutivas ou biológicas. Por exemplo, indivíduos que apresentam sinais de satisfação, mesmo em fases da vida onde têm menos recursos, podem ser menos propensos a passarem por condições prejudiciais a eles ou suas famílias.

A pesquisa foi publicada no Proceedings of the National Academy of Sciences of the USA

Fonte: Isaude.net
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