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publicado em 20/11/2012 às 08h54:00
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Foto: Kentucky Children's Hospital
Lori Gooding trabalha com paciente Joshua Divens durante uma sessão de musicoterapia no Kentucky Children's Hospital.
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Lori Gooding trabalha com paciente Joshua Divens durante uma sessão de musicoterapia no Kentucky Children's Hospital.

Estudo publicado por cientistas da Universidade de Kentucky, nos EUA, revela que a musicoterapia, ou terapia musical, pode ser benéfica para pacientes antes, durante e depois de um procedimento cirúrgico e pode reduzir a dor e o tempo de recuperação.

Os resultados mostraram que os pacientes eram menos ansiosos antes do procedimento e se recuperaram mais rapidamente e de forma satisfatória depois de serem expostos à música durante e após a operação. Eles também necessitaram de menos sedativos e relataram maior satisfação com a experiência médica.

Segundo os pesquisadores, músicas selecionadas por pessoal treinado são as melhores porque diretrizes específicas para a escolha das músicas devem ser seguidas a fim de maximizar o seu efeito positivo sobre os pacientes, embora gostos musicais do paciente ainda devam ser considerados.

A equipe sugere que vários "playlists" sejam oferecidos e que o paciente possa escolher aquele que melhor se adapte às suas preferências.

As características da música também são importantes para a eficácia da terapia. Entre outras características, o andamento do ritmo e o volume da música podem ser cuidadosamente controlados a fim de maximizar o efeito positivo que a música pode ter.

Os resultados sugerem que músicas calmas, lentas e suaves produziram resultados mais positivos e facilitaram o relaxamento e a redução da dor nos pacientes. Dados propõe que a música pode ser benéfica na redução de custos e tempo de internação em unidades de cuidados intensivos.

Outros achados mostram que os musicoterapeutas servem como consultores na implementação de boas músicas. Treinamento especializado pode ajudá-los a gerenciar melhor a dor e ansiedade em pacientes cirúrgicos e foi proposto que as performances ao vivo para os pacientes são mais eficazes do que a música gravada.

"Nosso objetivo é diminuir a dor e a ansiedade do paciente, bem como melhorar a satisfação com a experiência cirúrgica. Esperamos também que o programa provoque benefícios pessoais, permitindo-lhes tornar o trabalho mais fácil e eficaz", afirma a pesquisadora Lori Gooding.

A pesquisa foi apresentada no Southern Medical Journal.



universityofkentucky
Musicoterapia antes, durante e após cirurgias reduz dor e tempo de recuperação

Fonte: Isaude.net
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