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publicado em 16/11/2012 às 11h08:00
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Efeito negativo pode ser considerado pequeno, mas que, mesmo assim, reforça a necessidade de evitar o álcool durante os nove meses
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Efeito negativo pode ser considerado pequeno, mas que, mesmo assim, reforça a necessidade de evitar o álcool durante os nove meses

Consumo moderado de álcool durante gravidez pode reduzir o quociente de inteligência (QI) do bebê. É o que revela estudo de pesquisadores da Universidade de Bristol, no Reino Unido.

Resultados sugerem que efeito negativo pode ser considerado pequeno, mas que, mesmo assim, reforça a necessidade de evitar o álcool durante os nove meses.

As diretrizes atuais para as mulheres grávidas sobre o consumo de álcool durante a gravidez são contraditórias, com algumas recomendando a abstinência completa e outras que sugerem que o consumo moderado é seguro.

Estudos anteriores chegaram a resultados inconsistentes sobre até que ponto o consumo de bebidas alcoólicas poderia afetar a gravidez, principalmente porque é difícil separar esse e outros fatores que podem causar consequências.

A nova pesquisa analisou o QI de 4 mil crianças, assim como a ingestão de álcool de suas respectivas mães durante a gravidez.

Os resultados mostraram que quatro variações genéticas nos genes das crianças e suas mães são fortemente relacionadas a QIs menores aos 8 anos de idade. Em média, essas crianças apresentaram dois pontos a menos por cada modificação genética.

No entanto, este efeito só foi visto entre filhos de mulheres que consumiram de uma a seis unidades de bebida alcoólica por semana. Não houve nenhum efeito evidente nas crianças cujas mães abstiveram-se durante a gravidez, sugerindo fortemente que era a exposição ao álcool no útero é o que conduz a diferença de QI nas crianças.

"Nossos resultados sugerem que mesmo níveis de consumo de álcool que são normalmente considerados inofensivos, podemos detectar diferenças de QI na infância, que são dependentes da capacidade de o feto para limpar o álcool. Esta é a prova de que mesmo com estes níveis moderados, o álcool influencia o desenvolvimento cerebral do feto", afirma a líder da pesquisa Sarah Lewis.

De acordo com o pesquisador Ron Gray, da Universidade de Oxford, a diferença parece pequena, mas QIs menos elevados estão associados a desvantagem social, vida menos saudável e até mesmo morte prematura.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Álcool    Bebida alcoólica    QI    Quociente de inteligência    Universidade de Bristol    Sarah Lewis   
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