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publicado em 14/11/2012 às 14h00:00
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Nesta quarta-feira (14) é lembrado o Dia Mundial da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). A doença crônica, sem cura, que reduz as capacidades respiratórias, limitando gradualmente a capacidade de exercício e a qualidade de vida, poderá se tornar a terceira principal causa de morte até 2020.

Estimativas do Ministério da Saúde apontam cerca de 5 milhões de portadores da doença no país. No ano passado, estas pessoas foram responsáveis por 116.680 mil internações por DPOC somente na rede pública. Até julho deste ano, o número de internações já chegava a 57.881.

Mesmo com estes números alarmantes, a doença ainda é pouco conhecida pela população. De acordo com a presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), Mônica Corso, as internações e as complicações resultantes da doença devem-se principalmente ao diagnóstico tardio, bastante comum no país.

?O atraso no diagnóstico se deve a vários fatores, entre eles o não reconhecimento por parte do paciente dos sintomas da doença (tosse, pigarro, cansaço aos esforços). Ao contrário do que muitas pessoas pensam, estas manifestações não são ?normais? e decorrentes apenas do uso do cigarro, mas sim sintomas de comprometimento respiratório por causa do tabagismo. A falta de suspeita diagnóstica por parte dos médicos, é outro fator para o atraso do diagnóstico. Por fim, a baixa disponibilidade do exame de espirometria, necessário para comprovação do diagnóstico, completa a nossa difícil realidade.?

Para reverter esta situação, são importantes campanhas contínuas de conscientização da população e também a ampla divulgação de datas como o Dia Mundial da DPOC.

?É preciso chamar a atenção das pessoas e da mídia sobre a importância da doença, sobre como evitá-la, reconhecê-la, diagnosticá-la e tratá-la. O protocolo que vem sendo utilizado no estado de São Paulo tem sido um grande aprendizado para quem trabalha com a doença. A disponibilização de medicações na rede pública e o aumento do acesso aos remédios certamente proporcionarão um grande impacto na qualidade de vida das pessoas e no número de internações decorrentes de crises de DPOC?, avalia a médica pneumologista.

Tratamento

Há pouco mais de um mês foi incluída na lista de medicamentos oferecidos pelo SUS, por meio da portaria 29 do Ministério da Saúde, alguns dos principais remédios utilizados no tratamento da doença.

A portaria ainda prevê ainda a oferta de oxigenoterapia domiciliar - destinada aos casos mais graves -, vacina anti-Influenza e também a possibilidade de realizar o exame que avalia a predisposição genética para a doença pulmonar obstrutiva crônica.

Fonte: Isaude.net
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