Pesquisa realizada durante um ano, com 142 pessoas, com idades entre 40 e 60 anos, mostrou que 75% dos pesquisados caminhavam em intensidade abaixo do ideal.
Apenas uma em cada quatro pessoas que participaram da pesquisa trabalhava no ritmo certo para obter os benefícios deste tipo de exercício como a prevenção de infartos e AVC, tromboses e diminuição do nível de colesterol ruim.
Responsável pela pesquisa, o fisioterapeuta Anderson Aurélio da Silva, professor da UFMG, afirma que alguns cuidados simples podem ajudar a dimensionar os resultados do esforço físico. " Uma forma de medir os efeitos da caminhada é a manutenção de conversa com a pessoa que está caminhando ao lado. Se durante a conversa houver a necessidade de puxar o ar com dificuldade, o trabalho esta sendo realizado de forma errada, acima das condições do praticante," afirma.
" Cada pessoa tem o seu ritmo certo e, no caso de um casal, por exemplo, quando existe muita diferença neste ritmo, o conselho é que uma das partes comece a caminhar separada até atingir o ritmo do parceiro," completa o pesquisador