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publicado em 06/11/2012 às 09h00:00
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Uma mesma molécula pode ser direcionada para detectar células pré-cancerosas da mama; entregar radioterapia para destruir tumores e monitorar a eficácia do tratamento, de acordo com estudo do Cancer Research UK.

Os cientistas, em parceria com a Universidade de Oxford, mostraram em laboratório que uma técnica de monitoramento dos níveis elevados de uma proteína chamada Gamma H2AX, encontrada em muitos tipos de células pré-cancerosas, incluindo câncer de pulmão, mama e pele, poderiam ser utilizados para detectar a doença mais cedo.

A equipe realizou imagens microscópicas de moléculas fluorescentes ligadas a um anticorpo que se une a Gamma H2AX, para identificar áreas de danos no DNA. As imagens fluorescentes da molécula revelaram a localização de células pré-cancerosas do câncer de mama em um estágio muito precoce.

"Esta pesquisa revela que no início do rastreamento esta molécula poderia permitir detectar danos no DNA por todo o corpo. Se estudos maiores confirmarem isso, a proteína pode fornecer uma nova rota para detectar o câncer em seu estágio precoce muito mais rapidamente, quando é mais fácil de tratar com sucesso", afirma a líder da pesquisa Katherine Vallis.

Anteriormente, a equipe tinha modificado um anticorpo para atacar Gamma H2AX e entregar radioterapia para as células do câncer de mama, que continham níveis elevados da proteína. Esta forma de radioterapia trabalha, aumentando o dano ao DNA até que as células não possam mais reparar os erros e morram.

Os resultados confirmaram que o anticorpo radioativo matou as células de câncer de mama e retardou o crescimento do tumor.

"Nós precisamos confirmar estes resultados em estudos maiores, antes de saber se esta abordagem pode beneficiar pacientes. Mas estes resultados iniciais indicam que pode ser possível rastrear as células com níveis elevados de danos no DNA, e destruí-las antes que se tornem cancerosas", sugere Vallis.

A equipe acredita que um dia serão capazes de escanear o corpo para mapear os anticorpos radioativos ligados à molécula Gamma H2AX. Isso também poderia permitir que os médicos monitorassem a eficácia do tratamento.

"O estudo revela que a segmentação desta molécula chave poderia constituir uma rota excitante para novas maneiras de detectar o câncer em uma fase anterior e ajudar a entregar radioterapia e monitorar seu efeito sobre tumores", conclui Julie Sharp, do Cancer Research UK.

A pesquisa foi apresentada na NCRI Cancer Conference, em Liverpool.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Molécula 3 em 1    Supermolécula    Câncer    Gamma H2AX    Cancer Research UK    Katherine Vallis   
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