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publicado em 28/10/2012 às 09h00:00
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Foto: Salk Institute for Biological Studies
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Pamela Maher, líder do estudo, e Antonio Currais durante o processo de pesquisa Imagem mostra os vasos sanguíneos no cérebro de rato (verde) rodeados por peptídeos beta-amilóides (vermelho)
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Pamela Maher, líder do estudo, e Antonio Currais durante o processo de pesquisa
Imagem mostra os vasos sanguíneos no cérebro de rato (verde) rodeados por peptídeos beta-amilóides (vermelho)

Cientistas do Instituto Salk para Estudos Biológicos, nos EUA, descobriram que o diabetes aumenta os níveis de proteínas ligadas a características do Alzheimer.

A pesquisa sugere que pode haver uma relação entre a doença metabólica e a condição neurológica.

"Nosso estudo apoia e amplia os vínculos entre o diabetes, o envelhecimento e a doença de Alzheimer. Mostramos que o diabetes do tipo 1 aumenta a formação de proteína beta-amiloide no cérebro, e acelera o envelhecimento cerebral", afirma a autora sênior Pamela Maher.

Os resultados indicam que o sistema neurovascular pode ser um bom candidato para novos alvos terapêuticos para o tratamento de Alzheimer nos primeiros estágios da doença.

Alzheimer e diabetes são duas doenças que estão a aumentar emum ritmo alarmante na população dos EUA. Alzheimer afeta um em cada 10 americanos com mais de 65 anos de idade e cerca de 50% das pessoas com mais de 85 anos. Do mesmo modo, mais do que 8% dos norte-americanos tem diabetes, com a grande maioria dos indivíduos, sendo superior a 60 anos.

Para examinar a relação entre diabetes e Alzheimer no cérebro envelhecido, os investigadores avaliaram dois conjuntos de modelos de rato. Um conjunto, conhecido como ratos SAMP8, foram submetidos a envelhecimento acelerado e deterioração precoce na aprendizagem e memória, bem como certo número de alterações do cérebro semelhantes às encontradas na doença de Alzheimer. O outro conjunto, ratos SAMR1, tiveram envelhecimento normal.

Maher e sua equipe encontraram aumentos em duas marcas de Alzheimer, o acúmulo da proteína beta-amilóide (Abeta) e da proteína tau no cérebro de ratos diabéticos, especialmente em células dos vasos sanguíneos circundantes. Abeta, peptídeo envolvido no Alzheimer, se agrega dentro dos astrócitos que, após interação com Abeta, liberam moléculas inflamatórias que podem destruir os neurónios. Anteriormente, isso não foi demonstrado em modelos animais de diabetes tipo 1.

Segundo os pesquisadores, o estudo confirma que o diabetes interage com o envelhecimento e contribui para o Alzheimer. Eles mostraram que o diabetes tipo 1 provoca uma ampla gama de alterações patológicas no cérebro de ambas as estirpes de ratos, que são exacerbados pelo envelhecimento prematuro.

Fonte: Isaude.net
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