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publicado em 26/10/2012 às 17h54:00
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Geraldo Ferreira, presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM) e do Sindicato Médico do Rio Grande do Norte (Sinmed RN).
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Geraldo Ferreira, presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM) e do Sindicato Médico do Rio Grande do Norte (Sinmed RN).

Duas situações distintas, Rio Grande do Norte e Piauí. Estive no dia 18 na Festa do Médico em Terezina, lá o Secretário da Saúde é o médico Ernane Maia e o Governador é o também médico Wilson Martins. O Sindicato dos médicos travou uma batalha que durou alguns meses pelo piso salarial da FENAM.

Foi uma greve bem articulada, comandada pelas mãos seguras de sua Presidente Lúcia, ajudada por toda sua diretoria, onde se destaca a liderança de seu antecessor na presidência, Leonardo Eulálio. No Piauí, tal qual no Rio Grande do Norte, a luta não foi fácil. As primeiras tentativas de se mostrar que um médico não pode ganhar menos do que um juiz ou um promotor geraram as conhecidas negativas por impossibilidade econômica, lei de responsabilidade fiscal e todas as justificativas que não nos convencem, mas que educadamente temos ouvido ao longo de nossas lutas. Num determinado momento o Secretário entendeu que devia comprar a idéia do piso FENAM.

Trabalhou no plano junto com o sindicato e apresentou ao governo. A primeira reaçào do governador foi a conhecida evasiva de impossibilidade. Após negociações e resolvendo priorizar a saúde, resgatando essa dívida histórica que os empregadores tem com a categoria, o governador Wilson Martins, militante do movimento médico, onde chegou a presidir a Associação Médica do Piauí, acatou o plano de carreira com o piso FENAM. O projeto já foi votado pela Assembleia legislativa e está em vigor. Participaram da festa do médico, fora m muito bem recebidos, cumpriram com o seu dever. Mas a saúde no Piauí não se resume a salário para os médicos. A rede do Programa de saúde da família tem excelente cobertura e os hospitais estão com escalas completas e equipados.

Ah! Também não existe por lá esta tentativa de tornar o médico vilão. Quando eu conversei com o governador a respeito do RN, ele perguntou de nossas dificuldades. Quando lhe disse da greve de cinco meses e que somos governados por uma médica ele se surpreendeu com o descaso. O secretário Ernane ficou de conversar do o nosso Secretário Isaú Gerino, porque segundo ele se o secretário não entender que o piso é possível e não lutar por ele, é difícil convencer o governo. Bem, aí está um fato concreto, o Piauí entendeu a necessidade de valorizar a saúde e seu trabalhador médico. Fui ao Piauí parabenizar seus médicos e prestar meu reconhecimento aos seus governantes. Enquanto isso no Rio Grande do Norte a luta continua, vamos em frente.

Fonte: FENAM
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