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publicado em 16/10/2012 às 18h00:00
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Foto: G.L. Kohuth/MSU
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Capacete EEG usado para monitorar a atividade do cérebro em participantes do estudo Matthew Pontifex, envolvido na pesquisa
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Capacete EEG usado para monitorar a atividade do cérebro em participantes do estudo
Matthew Pontifex, envolvido na pesquisa

Poucos minutos de exercício podem ajudar crianças com transtorno de atenção e hiperatividade (TDAH) a melhorar o desempenho acadêmico, de acordo com estudo conduzido por pesquisadores da Michigan State University, nos EUA.

A pesquisa mostra, pela primeira vez, que as crianças com TDAH podem reduzir melhor as distrações e se concentrar em uma tarefa após uma única sessão de exercício.

"Isso fornece algumas evidências de que o exercício pode ser uma ferramenta no tratamento não medicamentoso de TDAH. Talvez a nossa primeira ação seja recomendar que psicólogos aumentem o número de atividade física das crianças", afirma o líder da pesquisa Matthew Pontifex.

Enquanto alguns medicamentos têm se mostrado bastante eficazes no tratamento de muitos das 2,5 milhões de crianças em idade escolar nos EUA com TDAH, um número crescente de pais e médicos se preocupam com os efeitos colaterais e os custos da medicação.

No atual estudo, Pontifex e seus colegas recrutaram 40 crianças de 8 a 10 anos de idade, metade delas com TDAH, que passaram 20 minutos caminhando rapidamente em uma esteira ou lendo sentados.

As crianças, então, realizaram testes de leitura e matemática semelhantes aos testes já padronizados. Eles também tiveram contato com um simples jogo de computador no qual tinham que ignorar estímulos visuais para determinar rapidamente a direção em que um peixe nadava.

Os pesquisadores utilizaram um capacete de eletroencefalograma (ECG) para monitorar as respostas das crianças.

Os resultados mostraram que todas os participantes tiveram melhor desempenho em ambos os testes após o exercício. No jogo de computador, as pessoas com TDAH também eram mais capazes de se acalmar depois de cometer um erro para evitar a repetição, um desafio particular para aqueles com o transtorno.

Segundo Pontifex, os resultados apoiam a prática de mais atividade física durante o dia na escola. "Até o momento não há realmente evidências de que as escolas podem utilizar essa prática de atividade física para melhorar o desempenho de crianças com a condição. Então o que estamos tentando fazer é direcionar nossa pesquisa para estabelecer que tipo de evidência", conclui o pesquisador.

Fonte: Isaude.net
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