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publicado em 15/10/2012 às 12h00:00
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Foto: Indiana University
Joshua Brown, envolvido no estudo
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Joshua Brown, envolvido no estudo

Pesquisadores da Universidade de Indiana, nos EUA, descobriram que técnicas de neuroimagem que medem a atividade do cérebro podem ajudar a prever a eficácia do tratamento contra a dependência de álcool e nicotina.

Abordagempode ajudar a saber dependentes que são mais prováveis de largar o vício e aqueles que precisam de uma ajuda extra.

"Nós também podemos ver as mudanças de atividade cerebral quando as pessoas se recuperam de seus vícios", afirma o pesquisador Joshua Brown.

A ocorrência crônica de recaída ressalta a necessidade de melhores métodos de tratamento e prevenção de recaída. Uma causa potencial de reincidência é o controle de auto-regulação deficiente sobre o comportamento e tomada de decisão. Especificamente, esta falta de capacidade de auto-regulação em indivíduos dependentes de substâncias tem sido associada com a disfunção de uma rede cerebral mesolímbica-frontal.

A redução da atividade dentro desta rede de auto-regulação cerebral já havia sido implicada em recaída, mas a relação específica entre essa rede, a capacidade de auto-regulação e a recuperação ainda não era determinada.

A equipe explorou os indicadores neurofisiológicos e cognitivos da capacidade de auto-regulação em uma amostra de indivíduos dependentes de substâncias durante os três primeiros meses de tratamento da toxicodependência.

Eles testaram as inclinações de risco dos participantes durante um teste analógico que consiste em um jogo em que eles podem decidir se desejam adicionar ar a um balão, ganhando recompensas antes que ele estoure.

Aqueles que se arriscaram mais apresnetaram uma atividade cerebral reduzida. Da mesma forma, aqueles que se arriscaram menos mostraram maior atividade no cérebro.

O resultados mostraram que, por três meses aqueles que tiveram sucesso no tratamento também apresentaram um padrão de ativação cerebral que coincidiu com o nível de risco durante a tarefa do balão.

Em indivíduos que recaíram, a ativação relacionada ao risco foi limitada a certas regiões do cérebro, indicando possivelmente recompensa antecipada, em vez de o risco de resultados negativos.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Toxicodependência    Neuroimagem    Atividade cerebral    Universidade de Indiana    Joshua Brown   
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