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publicado em 11/10/2012 às 20h15:00
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Macapá, Porto Alegre e Natal lideram o ranking da obesidade no país, segundo dados da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2011, do Ministério da Saúde, divulgados este ano. A obesidade e o excesso de peso são problemas que afetam todas as capitais. Os percentuais chegam a números acima de 12%.

As capitais campeãs são Macapá, com 21,4%; Porto Alegre, com 19,6%; Natal, com 18,5%; Fortaleza, com 18,4%; e Campo Grande, com 18,1%.

Já nos outros estados brasileiros os percentuais de obesidade registrados no Rio de Janeiro são 16,5%, em São Paulo, de 15,5%; no Distrito Federal, 15%; e em Belo Horizonte, 14,2%, este percentual se mostrou um pouco menor.

Há uma diferença entre obesidade e excesso de peso, a obesidade é considerada pela medicina uma doença crônica, caracterizada pelo excesso de gordura corporal, que provoca danos à saúde da pessoa. O que define uma situação de outra é o Índice de Massa Corporal (IMC), o normal é 18,5 a 24,9. É considerado sobrepeso o índice superior a 25, sendo que os obesos tem IMC acima de 30.

Algumas apresentaram percentuais de obesidade em torno de 12%, número que apesar de menor, ainda preocupa. São elas, Teresina com 12,8%, São Luís com 12,9%, Boa Vista com 13%, Belém com 13,2% e Goiânia com 13,3%.

O Ministério da Saúde avalia a obesidade baseando-se em um grupo de pessoas cujo IMC varia de 25 a 29, segundo os especialistas. No entanto, não há peso ideal, pois, de acordo com especialistas na área, o valor dependedas carasterísticas de cada indivíduo e fatores diversos, como idade, sexo, altura e estrutura física.

As capitais que indicaram indivíduos com o maior excesso de peso são: Porto Alegre, com 55,4%; Fortaleza, com 53,7%; Maceió, com 53,1%; e Manaus, com 51,8%. O Rio de Janeiro tem 49,9%, São Paulo registra 47,9%, Distrito Federal aparece com 49,1% e Belo Horizonte registra 45,3%.

Entre as capitais com os menores percentuais de pessoas com excesso de peso, estão São Luís com 39,8%, Palmas, com 40,3%, e Salvador, com 44,8%.

Para crianças a forma de avaliar o IMC de crianças é diferente, o ministério usa o " cartão criança" com acompanhamento nos postos de saúde que avaliam a altura, o peso e a idade.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Obesidade    IMC    Peso    Macapá    Porto Alegre    Natal   
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