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publicado em 30/09/2012 às 15h44:00
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Foto: Antônio Scarpinetti/Unicamp
Foto: Antônio Scarpinetti/Unicamp
Provadores experimentam a bebida: produto atingiu vida de prateleira de 35 dias Welington de Freitas Castro, autor da tese
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Provadores experimentam a bebida: produto atingiu vida de prateleira de 35 dias
Welington de Freitas Castro, autor da tese

Uma bebida láctea fermentada com a maior concentração de soro de queijo possível, suplementada com Lactobacillus acidophilus um microrganismo probiótico que traz benefícios à saúde de quem o ingere. Esse produto foi desenvolvido na Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade de Campinas (Unicamp).

O probiótico já é empregado pelo setor industrial para a elaboração de vários alimentos. Entretanto, nesse trabalho o engenheiro de alimentos Wellington de Freitas Castro introduziu o uso desse microrganismo em presença de soro de queijo, que também atua como um agente prebiótico, contribuindo para ativar o metabolismo de bactérias proativas do trato intestinal.

O produto, que conseguiu atingir uma vida de prateleira de 35 dias, tempo semelhante à do iogurte, não empregou aditivos sintéticos, apenas um preparado de fruta que confere cor, aroma e sabor de morango. A iniciativa mostrou ser uma alternativa à indústria de laticínios pois, de acordo com Wellington, existem poucas bebidas lácteas probióticas hoje no mercado nacional.

Para o estudo, o pesquisador utilizou o método de Análise de Sobrevida (Survival Analysis), com grande aplicação nas áreas médicas e de sociologia, pela possibilidade de interagir com dados intervalares e de estimar a concentração ideal, julgada pelo consumidor. " Deste modo, os dados de análise sensorial são tratados com vistas a chegar às formulações com melhor aceitação" , conta. Já os métodos afetivos, escolhidos pelo autor, consistiram da aceitação por consumidores.

O soro, acentua o pesquisador, é um subproduto da indústria de queijo, cuja produção pode variar de 6 a 9 litros para cada quilograma de queijo produzido. Tal subproduto, explica ele, não pode ser destinado ao descarte direto em leitos d'água, por ter uma alta demanda bioquímica de oxigênio. Do contrário, os microrganismos presentes na água usariam os componentes do soro e diminuiriam o teor de oxigênio dissolvido nos rios.

Fonte: Isaude.net
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