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publicado em 17/09/2012 às 11h48:00
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Risco de acidente vascular cerebral é três vezes maior se os pais de um homem se divorciarem durante sua infância
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Risco de acidente vascular cerebral é três vezes maior se os pais de um homem se divorciarem durante sua infância

Filhos de pais divorciados são mais propensos a sofrer derrame na vida adulta, de acordo com estudo da Universidade de Toronto, no Canadá.

A pesquisa revela que homens adultos que passaram pelo divórcio dos pais antes de completar 18 anos têm três vezes mais probabilidade de sofrer um derrame do que os homens cujos pais não divorciaram.

O trabalho sugere ainda que as mulheres de famílias divorciadas não têm maior risco de acidente vascular cerebral(AVC).

Segundo a autora Esme Fuller-Thomson, a forte associação encontrada nos homens entre o divórcio dos pais e o risco de acidente vascular cerebral é extremamente preocupante. O estudo confirma os efeitos persistentes na vida adulta de traumas de infância.

Ao analisar os participantes da pesquisa, os investigadores levaram em conta outros fatores de risco que podem afetar a saúde dos homens adultos.

"Nós tínhamos antecipado que a associação entre a experiência de infância de divórcio dos pais e o risco de derrame podia ser devido a outros fatores, como comportamentos de risco para a saúde ou nível socioeconômico mais baixo entre os homens cujos pais se divorciaram. No entanto, controlamos a maioria dos fatores de risco conhecidos para o derrame, incluindo idade, raça, renda e educação, comportamento e saúde mental. Mesmo após esses ajustes, o divórcio dos pais ainda esteve associado a um risco três vezes maior de acidente vascular cerebral entre os homens", afirma a coautora Angela Dalton.

Os pesquisadores ainda não podem dizer com certeza por que homens de famílias divorciadas têm o triplo de risco de acidente vascular cerebral, mas uma possibilidade está na regulação do hormônio cortisol, associado ao estresse.

"É possível que a exposição ao estresse do divórcio dos pais pode ter implicações biológicas que mudam a maneira como esses meninos reagem ao estresse pelo resto de suas vidas", afirma Fuller-Thomson.

A equipe acredita que, se estes resultados forem replicados em outros estudos, então talvez os profissionais de saúde deverão levar em conta informações sobre o estado matrimonial dos pais para melhorar a prevenção do AVC.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Divórcio    Derrame    Acidente vascular cerebral    AVC    Universidade de Toronto    Esme Fuller-Thomson   
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