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publicado em 16/09/2012 às 12h00:00
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Os portadores do vírus da Imunodeficiência Humana Adquirida (HIV) atendidos na Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT) apresentam um quadro de infecção por malária grande e reincidente. Fato levou levou a acadêmica do curso de Farmácia, Anne Caroline Lopes Silva, a desenvolver uma pesquisa para avaliar a relação entre as infecções. O resultado desse estudo servirá de parâmetro para indicar como deve ser o direcionamento do tratamento destes pacientes.

O estudo intitulado ' O Efeito imunológico da Malária por Plasmodium Vivax nas pessoas vivendo com HIV da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado-FMT/HVD' foi coordenado pela pesquisadora, Flor Ernestina Martinez Espinosa.

Segundo a coordenadora do projeto, foram avaliados os portadores do vírus e os doentes. "Pois há essa diferença. Existe aquele paciente que está infectado com vírus, mas ainda não desenvolveu a doença que tem um período de incubação grande e pode levar anos para se manifestar" , explica a coordenadora.

De acordo com Espinosa, a interação das infecções por HIV e malária afeta o curso clínico das pessoas que vivem com HIV. " Verificamos que os pacientes doentes não sofrem tanta queda no sistema imunológico quando infectados pela malária, porém aqueles infectados, ou seja, que são portadores do vírus têm uma queda expressiva na resposta do sistema imune. O resultado é um aumento da carga viral potencializando o efeito da malária devido à redução da resposta imune do organismo" , esclareceu.

" Foram analisados 74 pacientes vivendo com HIV e associados à infecção por Plasmodium vivax. Destes 62% eram homens, entre os quais ocorreram 106 episódios de malária. Desde percentual, 8,49% apresentaram uma alta parasitemia (Presença de parasitas no sangue), com frequência de 28,3% com duas cruzes. Acompanhados de doenças oportunistas relativas ao vírus HIV" , alertou.

Silva ressaltou ainda que o HIV causa uma grave deterioração na resposta imunológica. " Isso representa um maior risco de infecção, maior densidade de parasita no infectado, uma gravidade do quadro clínico além de baixa resposta terapêutica" .

Espinosa disse que os resultados servirão de parâmetro para indicar o melhor tratamento dos pacientes. " Esse estudo servirá como parâmetro, temos que investigar outros pontos específicos resultantes da pesquisa, mas esse resultado já pode ajudar a indicar o melhor tratamento para os pacientes" , finalizou.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Malária    HIV    Amazônia    Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado    FMT   
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