Saúde Pública
publicado em 01/09/2012 às 15h34:00
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Foto: Cesar Brustolin/SMCS
Rastreamento será feito a partir de uma etiqueta-padrão, com dados sobre o tipo de produto, nome do produtor, validade, peso líquido, data e lote de consolidação do alimento.
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Rastreamento será feito a partir de uma etiqueta-padrão, com dados sobre o tipo de produto, nome do produtor, validade, peso líquido, data e lote de consolidação do alimento.

O Paraná está desenvolvendo um sistema que permitirá rastrear, de forma pioneira no país, os produtos vegetais de consumo humano, com o objetivo de garantir maior segurança ao consumidor, monitorando, por exemplo, os resíduos de agrotóxicos. O rastreamento será feito a partir de uma etiqueta-padrão, com dados sobre o tipo de produto, nome do produtor, validade, peso líquido, data e lote de consolidação do alimento. Uma resolução conjunta entre as Secretarias da Saúde e da Agricultura está em fase de finalização e obrigará a rotulagem desses alimentos.

Na sexta-feira (31), o Comitê Gestor Alimento Seguro apresentou em Curitiba, durante o Simpósio de Direitos do Consumidor, os primeiros avanços do grupo, que trabalha para garantir maior segurança aos produtos vegetais de consumo humano no estado.

O trabalho de fiscalização da qualidade é dificultado pela impossibilidade de identificar a origem do produto nas gôndolas dos mercados, segundo o chefe da Vigilância Sanitária Estadual, Paulo Costa Santana. " Nosso objetivo é criar mecanismos de rastreamento de todas as frutas, verduras e legumes produzidos no Paraná" , disse.

Brasil lidera ranking do consumo de agrotóxicos

Hoje os agrotóxicos são a segunda maior causa de intoxicações registradas no Brasil. Isso se deve principalmente à utilização de agrotóxicos proibidos ou em altas concentrações durante o cultivo de alimentos vegetais, como frutas, verduras e legumes. Nos últimos anos, o Brasil se tornou um grande mercado para as empresas deste ramo. O país é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, ultrapassando os Estados Unidos.

Segundo o promotor de Defesa do Consumidor, Maximiliano Deliberador, a dificuldade em se rastrear a origem do produto também criava a sensação de impunidade quando alimentos contaminados eram encontrados. " Apesar de podermos responsabilizar qualquer ente da cadeia produtiva, não resolveríamos o problema na sua origem" , explicou.

Com o sistema de rastreabilidade, pioneiro no país, os alimentos colocados nas gôndolas dos mercados deverão conter informações que identifiquem os responsáveis por sua produção e cultivo.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Agrotóxico    Alimentação    Sistema de rastreamento    Paraná   
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