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publicado em 31/08/2012 às 09h00:00
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Pesquisadores da Johns Hopkins University, nos EUA, desenvolveram uma proteína sintética, que, quando ativada por iluminação ultravioleta mostrar a localização de doenças como artrite e câncer no organismo.

Descoberta abre caminho para um novo tipo de tecnologia de diagnóstico por imagem e pode, eventualmente, tornar possível a entrega de medicamentos em locais exatos onde as doenças forem detectadas.

Ensaios clínicos mostraram que a proteína sintética foi capaz de encontrar câncer de próstata e pâncreas em modelos de rato. Elas também detectaram anomalias ósseas semelhantes à Síndrome de Marfan.

Segundo os autores, a proteína sintética não localiza exatamente onde as células doentes estão. No entanto, ela se conecta ao colágeno danificado perto do local doente.

O colágeno é a proteína mais prevalente do corpo. Sua função principal é fornecer um ambiente estruturado no qual as células podem construir pele, ossos e nervos. Os cientistas afirmam que o colágeno danificado é normal, mas o câncer e outras células doentes podem alterar o colágeno mais rapidamente do que o habitual. Em função de todo esse dano, a proteína sintética pode encontrar o local doente.

As proteínas sintéticas usadas durante o estudo são peptídeos miméticos de colágeno (CMPs). Estes tipos de proteínas são naturalmente puxados na direção de locais com colágeno danificado, onde se fixam.

Para os médicos conseguirem visualizar onde as proteínas estão, eles colocaram marcas fluorescentes em cada CMP que podem ser detectadas com a tecnologia de imagem. Quando uma área brilha, isso quer indica que a área é provável de ter colágeno danificado por doença.

"Essas células são como ' doenças assaltantes' que invadem uma casa e causam muito dano, mas que não estão lá quando a polícia chega. Ao invés de olhar para os assaltantes, a proteína sintética está reagindo a evidências deixadas na ' cena do crime' ", explica o pesquisador S. Michael Yu.

Os autores observam que o método não é totalmente compreendido, no entanto, encontrar e reconstruir o colágeno vai ajudar a promover o crescimento ósseo em pacientes que sofrem com a síndrome de Marfan, e pode levar a grandes avanços no futuro.

Veja mais detalhes sobre esta pesquisa (em inglês).

Fonte: Isaude.net
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