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publicado em 30/08/2012 às 19h54:00
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Foto: Guilherme Kardel/Dep. de DST, Aids e Hepatites Virais
Luiz Antonio Loures, secretário de Assuntos Políticos e Públicos do UNAIDS
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Luiz Antonio Loures, secretário de Assuntos Políticos e Públicos do UNAIDS

O fim da A ids está relacionado à expansão do acesso ao tratamento em larga escala. É o que afirma o diretor do escritório executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (UNAIDS), Luiz Antônio Loures. Segundo ele, o programa brasileiro de Aids, hepatites virais e DST é um exemplo de resposta à aids, em nível não só regional (América Latina), mas também mundial. Loures está em São Paulo para participar de debates dos Congressos e Fóruns Brasileiros e Latino-Americanos e do Caribe de Prevenção às DST, Aids e Hepatites Virais.

De acordo com ele, "é preciso fazer uma recuperação histórica do papel que o programa brasileiro teve para levar a resposta mundial até onde ela está hoje. Pela primeira vez, há um mês, na Conferência Internacional de Washington, o mundo começou a falar sobre o fim da Aids, que hoje pode ser uma realidade em um futuro que nós podemos começar a ver, a vislumbrar" , diz.

Loures afirma que o primeiro país do mundo a desenvolver e a expandir o acesso ao tratamento no Hemisfério Sul foi o Brasil. " O Brasil foi o primeiro país em desenvolvimento a levantar essa bandeira. E foi o exemplo brasileiro que possibilitou que o tratamento na África, na Ásia e em outros países em desenvolvimento fosse expandido. Hoje, essa é uma realidade global que nos permite, mais uma vez, falar sobre o fim da Aids" , destaca.

O programa do Ministério da Saúde permite, de acordo com o representante do Unaids, entrar em uma nova fase de pesquisas para encontrar uma resposta à Aids. " E nessa nova fase nós temos que abrir também um novo debate: quais são as prioridades, as direções que vão nos possibilitar partir do ponto que estamos e chegar eventualmente ao fim da doença. Esse debate tem que ser feito em qualquer país. Nada melhor do que começar um debate intenso nesse sentido dentro do Brasil, que é exatamente o País que possibilitou que nós chegássemos aonde nós estamos hoje" , enfatiza.

Fonte: Isaude.net
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