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publicado em 29/08/2012 às 17h40:00
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Foto: University of Arkansas
Ellen Brune, responsável pelo estudo
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Ellen Brune, responsável pelo estudo

Pesquisadores da Universidade de Arkansas, nos EUA, desenvolveram um método para simplificar a produção de proteínas usadas em muitos medicamentos.

A pesquisa tem potencial para ajudar a melhorar o tratamento de uma variedade de doenças e condições de saúde, incluindo diabetes, câncer, artrite e degeneração macular.

O desenvolvimento atual de proteínas farmacêuticas passa por um processo complicado, demorado e dispendioso, porque os fabricantes devem separar e extrair as proteínas contaminantes.

A pesquisadora Ellen Brune e seus colegas criaram uma série de linhagens personalizadas das bactérias Escherichia coli que detectam conjuntos de proteínas contaminantes.

Eles projetaram cepas de "Lotus" E. coli. Lotus se refere a um conjunto de linhagens celulares otimizadas para trabalhar com técnicas de separação. Eles conseguiram esse feito por meio da bio-separação e manipulação genética, removendo as seções de DNA que codificam regiões contaminantes. O trabalho simplifica o processo de purificação antes mesmo do início da produção de proteínas farmacêuticas.

"Milhões de pessoas em todo o mundo estão sofrendo de doenças tratáveis porque os fabricantes não podem arcar com a produção dos medicamentos que elas necessitam. Essas empresas têm que gastar muito tempo e dinheiro para chegar ao material final. Nosso trabalho aborda este problema. As nossas linhagens celulares reduzem o lixo, por assim dizer, antes que o processo de fabricação comece", explica Brune.

A fabricação atual de proteínas farmacêutica envolve a separação e limpeza de compostos contaminantes para alcançar a proteína alvo, processo longo e caro.

As empresas farmacêuticas gastam cerca de US $ 8 bilhões por ano tentando limpar estes contaminantes durante a produção. Brune compara o processo a fazer suco de laranja, misturando a casca e as sementes junto com o bagaço da laranja. Uma vez que o sumo é feito, os produtores teriam então que filtrar os pedaços de sementes e casca. "Nosos método separa as proteínas contaminantes antes de 'fazer o suco'", conclui a pesquisadora.

BostonMountainBio
Pesquisadora Ellen Brune explica o novo método.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Proteínas    Proteínas farmacêuticas    Universidade de Arkansas    Ellen Brune   
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