Saúde Pública
publicado em 28/08/2012 às 19h38:00
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Foto: Wilson Dias/ABr
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Alexandre Padilha, ministro da Saúde, assina acordo para a redução de sódio em alimentos processados Edmundo Klotz, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), assinando o documento Reunião com empresários para formalizar o acordo que determina a redução de sódio em alimentos processados
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Alexandre Padilha, ministro da Saúde, assina acordo para a redução de sódio em alimentos processados
Edmundo Klotz, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), assinando o documento
Reunião com empresários para formalizar o acordo que determina a redução de sódio em alimentos processados

O Ministério da Saúde e a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) firmaram acordo, nesta terça-feira (28), estabelece metas nacionais de redução de sódio em temperos, caldos, cereais matinais e margarinas vegetais até 2015. A estimativa é retirar do mercado brasileiro de alimentos processados 8.788 toneladas desse mineral até 2020.

Essa é a terceira etapa de um conjunto de acordos firmados desde 2011 e que já estabeleceram a redução de sódio nos seguintes alimentos: macarrões instantâneos, pães de tipo bisnaga, de forma e francês, mistura para bolos, salgadinhos de milho, batata frita e palha, biscoitos e maionese. Somadas todas as etapas, a previsão é que mais de 20 mil toneladas de sódio estejam fora das prateleiras até 2020.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o acordo assinado hoje está inserido no Plano Nacional de Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis. " Você conquista a adesão voluntária da indústria a partir de um modelo de monitoramento e garante para o cidadão a opção de ter produtos mais saudáveis" , explicou.

Segundo ele, a própria OMS tem até outubro para estabelecer ações de enfrentamento a doenças crônicas como a hipertensão, provocada, entre outros fatores, pelo excesso de sódio na alimentação. " Esse modelo [brasileiro] pode, inclusive, ser o modelo recomendado pela OMS" , disse. " Esse é um modelo de adesão voluntária da indústria e que pode surtir efeito mais imediato" , completou.

Para o presidente da Abia, Edmundo Klotz, os acordos assinados já apresentam resultados significativos. Os números, entretanto, só devem começar a ser quantificados a partir de 2013, já que a indústria tem dois anos para se adequar às novas metas. " Estamos falando de grande quantidade de empresas. Não pode haver discordância" , ressaltou. " Com paciência, temos conseguido" , concluiu.

A lista completa das metas de redução para cada grupo de alimentos pode ser acessada no Portal Saúde.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Isaude.net
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