Ciência e Tecnologia
publicado em 22/08/2012 às 11h00:00
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Reprodução: Harvard University
Reprodução: Harvard University
Robô de silicone foi inspirado em criaturas marinhas como estrelas do mar e lulas Pesquisadores em laboratório demonstrando funcionamento do robô
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Robô de silicone foi inspirado em criaturas marinhas como estrelas do mar e lulas
Pesquisadores em laboratório demonstrando funcionamento do robô

Cientistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, desenvolveram um robô capaz de se camuflar em diversos habitats graças a um dispositivo que permite a mudança de cor.

A tecnologia, inspirada em animais marinhos como os polvos ou lulas, pode ter aplicações na prática cirúrgica, auxiliando o planejamento de operações complexas.

O robô foi fabricado com polímeros de silício e seus movimentos são produzidos devido a um jacto de ar comprimido expelido de pequenos cilindros colocados nas suas patas.

"Quando começamos a trabalhar em robôs macios, fomos inspirados por organismos moles, incluindo polvos e lulas. Uma das características fascinantes desses animais é sua capacidade de controlar a aparência, o que nos inspirou a levar essa ideia adiante e explorar a coloração dinâmica", observa o autor da pesquisa Stephen Morin.

Os cientistas estão agora adicionando novas características ao robô com o objetivo de torná-lo mais complexo. O processo de mimetismo com o meio ambiente se dá através de um centro de controle a partir do qual os investigadores dirigem os movimentos da máquina e administram diferentes cores que chegam ao robô através de uma rede de canais muito finos.

No entanto, a capacidade do sistema de camuflagem não está limitada a cores visíveis. Ao bombear líquidos aquecidos ou refrigerados para os canais finos, os pesquisadores podem camuflar os robôs termicamente (infravermelho). Outros testes mostraram que usando líquidos fluorescentes, os robôs podem também brilhar no escuro.

"Há uma quantidade enorme de controle que podemos exercer com esse sistema. Nós podemos projetar camadas de cores com vários canais, que podem ser ativadas de forma independente. Nós apenas começamos a arranhar a superfície do que é possível", destaca Morin.

Segundo os pesquisadores, o robô pode ser comparado a órgãos e tecidos e pode ter potencial para a aplicação na medicina. "A combinação de um sistema que simula, ao mesmo tempo, o movimento muscular e que transporta fluídos permite pensar no desenvolvimento de dispositivos que podem servir como modelos para o planejamento de cirurgias complexas", conclui Morin.

Veja mais detalhes sobre esta pesquisa (em inglês).

Harvard
Pesquisadores de Harvard demonstram sistema de camuflagem robótico

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Camuflagem    Robô    Aplicações cirúrgicas    Universidade de Harvard    Stephen Morin   
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