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publicado em 21/08/2012 às 20h00:00
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Gráfico: Christine Daniloff/MIT
Foto: Kent Dayton/MIT
Gráfico mostra o cérebro com o córtex motor destacadas em amarelo Professor Emilio Bizz, autor sênior da pesquisa
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Gráfico mostra o cérebro com o córtex motor destacadas em amarelo
Professor Emilio Bizz, autor sênior da pesquisa

Cientistas do Massachusetts Institute of Technology, nos Estados Unidos, descobriram que o acidente vascular cerebral (AVC) altera a forma como o cérebro controla a ativação de grupos musculares por meio do córtex.

A descoberta pode levar a uma melhor reabilitação para pacientes com AVC, bem como uma melhor compreensão de como o córtex coordena os movimentos motores.

Para tornar a coordenação de dezenas de músculos mais gerenciável, o córtex motor do cérebro tem implementado um sistema de atalhos. Em vez de controlar de forma independente cada um dos músculos, o córtex ativa músculos em grupos, conhecidos como "sinergias musculares". Estas sinergias podem ser combinadas de maneiras diferentes para atingir uma ampla gama de movimentos.

Agora, o pesquisador Emilio Bizzi e seus colegas mostraram que após um derrame, estas sinergias musculares são alteradas e seguem padrões específicos, dependendo da gravidade do acidente vascular cerebral e a quantidade de tempo que se passou desde o acidente vascular cerebral.

"O córtex é responsável pela aprendizagem motora e por controlar o movimento, por isso queríamos entender o que está acontecendo nessa região", afirma Bizzi.

Controle coordenado

Uma forma de explorar as funções do córtex motor é estudar como padrões motores são interrompidos em pacientes com AVC que sofreram danos nas áreas motoras.

Em 2009, Bizzi e seus colegas identificaram sinergias musculares nos braços de pessoas que sofreram acidentes vasculares cerebrais leves.

No novo estudo, eles descobriram um padrão muito diferente em pacientes que sofreram acidentes vasculares cerebrais mais graves. E um terceiro grupo de pacientes, que sofreram AVC muitos anos antes, as sinergias musculares do braço afetado tinham outros padrões.

Os investigadores acreditam que estes padrões de sinergias distintos, que são determinados tanto pela gravidade da deficiência quanto pelo tempo decorrido desde o acidente vascular cerebral, podem ser utilizados como marcadores para descrever mais completamente o status motor de pacientes individuais.

As descobertas também podem ajudar os médicos a criar melhores programas de reabilitação. A equipe do MIT está trabalhando agora com vários hospitais para estabelecer novos protocolos terapêuticos com base nos marcadores recém-descobertos.

Fonte: Isaude.net
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