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publicado em 16/08/2012 às 18h40:00
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Foto: Anne Rayner/Vanderbilt University Medical Center
Vito Quaranta (sentado), e os colegas Darren Tyson, Shawn Garbett e Peter Frick (da esquerda para direita)
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Vito Quaranta (sentado), e os colegas Darren Tyson, Shawn Garbett e Peter Frick (da esquerda para direita)

Cientistas da Vanderbilt University, nos Estados Unidos, criaram uma nova ferramenta capaz de observar a respostas das células ao tratamento anticâncer.

A abordagem, que permite visualizar o comportamento das células, pode oferecer uma maneira de refinar tratamentos personalizados contra vários tipos de câncer, prevendo a resposta do tumor a combinações de testes e terapias direcionadas a um paciente individual.

"A genética é bem compreendida, o efeito clínico é entendido e a química por trás da terapia é conhecida. Mas faltava uma peça. Acredite ou não, o que não era realmente compreendido é como as células respondem ao tratamento, o que está realmente acontecendo", afirma o autor sênior Vito Quaranta.

Pesquisas anteriores sugeriram que terapias personalizadas matam todas as células portadoras de uma mutação específica. "No entanto, mesmo se o tumor for composto inteiramente de células geneticamente idênticas, o que é improvável, uma droga não irá afetar todas as células da mesma maneira. Algumas dessas células podem morrer, algumas podem simplesmente parar de se dividir e ficar estáveis e algumas podem continuar a se dividir, mas mais lentamente", explica Quaranta.

No entanto, não existem testes atuais capazes de fornecer uma imagem precisa e detalhada do comportamento das células para entender a resposta do tumor às drogas.

Agora, os investigadores, liderados por Darren Tyson, combinaram uma técnica de microscopia com ferramentas analíticas e de software que eles desenvolveram.

Utilizando estas técnicas, eles foram capazes de capturar o comportamento das células do câncer de pulmão a cada seis e 10 minutos durante 10 dias.

Quaranta e colegas esperam levar a tecnologia para pequenos ensaios clínicos a fim de testar se eles podem prever a resposta de um paciente à terapia.

Segundo eles, isto poderia dizer por quanto tempo o tumor de um paciente responderá a determinada terapia. Tais informações poderão também ajudar a determinar quais pacientes irão necessitar de tratamento mais agressivo e melhorar a sobrevida das pessoas.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Câncer    Terapia anticâncer    Câncer de pulmão    Vanderbilt University    Vito Quaranta   
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