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publicado em 02/08/2012 às 20h30:00
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Iniciativa da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), o Saúde Intestinal da Mulher (SIM Brasil) é o primeiro estudo epidemiológico sobre o tema, realizado em escala nacional. O trabalho foi realizado com cerca de 3.500 mulheres em dez cidades de todas as regiões do país.

O Estudo SIM Brasil faz um detalhamento da saúde intestinal da mulher apontando novas perspectivas quanto ao impacto dos problemas intestinais no dia-a-dia das brasileiras. Além disso, aborda a relação entre os problemas gastrointestinais e os aspectos emocionais e comportamentais.

Os primeiros resultados mostram que os problemas mais comuns são: inchaço, sensação de peso, gases e prisão de ventre, e que impactam todas as classes sociais e regiões do país, sem distinção. Além disso, as participantes apontam constrangimento extremo nos níveis pessoal e social por causa de disfunções intestinais. Ainda, de acordo com as declarações, 72% dos problemas intestinais costumam prevalecer durante semana, principalmente por conta da dificuldade no uso do banheiro fora de casa.

" Como órgão fundamental para manter o equilíbrio do organismo, o intestino vem sendo considerado o ' segundo cérebro' , tamanha a sua relevância para a nossa saúde" , comenta o presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), José Galvão Alves. É no intestino que se origina a maior concentração de serotonina do organismo - cerca de 80% - o que revela sua relação direta com a sensação de bem-estar. Além disto, possui cerca de 100 milhões de neurônios diretamente conectados com o cérebro e 70% das células de defesa do corpo.

O problema também afeta negativamente a vida sexual de 57% das mulheres, tem impacto no humor para 69% delas e 50% alegam problemas como cansaço e perda de concentração. Da amostra geral, as três queixas principais são: gases, constipação intestinal e inchaço. O estudo ainda mostra que duas em cada três mulheres brasileiras declaram sofrer de algum tipo de problema intestinal.

Estima-se que a incidência de constipação intestinal é quatro vezes maior nas mulheres do que nos homens. Isto está diretamente relacionado a questões alimentares e de saúde, e também sociais e culturais.

Fonte: Isaude.net
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