Ciência e Tecnologia
publicado em 27/07/2012 às 09h18:00
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Foto: Butler Hospital
Linda Carpenter, principal autora do estudo administra EMT em uma paciente
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Linda Carpenter, principal autora do estudo administra EMT em uma paciente

Pesquisadores do Butler Hospital, nos Estados Unidos, confirmam que a estimulação magnética transcraniana (EMT) é eficaz para tratar pacientes com depressão que não encontram alívio nos sintomas por meio de terapias medicamentosas.

A eficácia do método já havia sido abordada por mais de 30 pesquisas publicadas anteriormente. "Esses estudos foram fundamentais para definir as bases para que a FDA aprovasse o primeiro dispositivo para aplicar EMT como tratamento para depressão, em 2008", diz Linda Carpenter, principal autora do relatório.

O documento resume dados coletados a partir de 42 clínicas espalhadas pelos Estados Unidos que aplicam EMT e inclui resultados de 307 pacientes com Transtorno Depressivo Maior (MDD - sigla em inglês) que apresentavam sintomas persistentes apesar do uso de medicação antidepressiva.

Alterações verificadas durante a EMT foram avaliadas pelas classificações clínicas de depressão global e de pontuação em escalas de depressão baseadas no auto-relato dos pacientes. Ambas requerem que os pacientes identifique a severidade da cada sintoma na mesma escala padronizada no final de cada período de 2 semanas. Taxas para "resposta" e "remissão" de EMT foram calculadas com base nos mesmos escores de corte e convenções usadas para outros estudos clínicos de tratamentos com antidepressivos.

Foram observadas no estudo, taxa de resposta positiva para a EMT de 58% e de remissão da depressão de 37%.

"Os resultados que encontramos neste estudo demonstraram uma taxa de resposta semelhante às encontradas em ensaios clínicos controlados", destaca Carpenter, que afirma que os novos dados validam a eficácia da EMT no tratamento da depressão. O presente projeto foi realizado por meio de estudos naturalistas que diferem de ensaios clínicos controlados porque permitem a inclusão de indivíduos com uma ampla gama de sintomatologia e comorbidade, enquanto que os ensaios clínicos controlados costumam ter critérios mais rígidos para a inclusão.

"Os próximos passos da investigação envolvem descobrir como manter a resposta positiva ao TMS após o curso da terapia e aprender como personalizar o tratamento por meio de novas tecnologias", conclui a pesquisadora.

Estudo foi publicado online no Depression and Anxiety in the Wiley Online Library

Fonte: Isaude.net
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