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publicado em 13/07/2012 às 18h00:00
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Cientistas da University of Medicine and Dentistry of New Jersey, nos Estados Unidos, descobriram que a inativação de duas proteínas celulares interfere no suprimento constante de glóbulos vermelhos (hemácias) no organismo.

A pesquisa pode ajudar no tratamento de formas leves e graves de anemia.

Hemácias contém hemoglobina, que transportam o oxigênio essencial para os tecidos e órgãos do corpo. Quando os glóbulos vermelhos estão em falta ou são destruídos em grande número, o paciente desenvolve anemia.

Pesquisas anteriores mostraram que uma proteína anticâncer chamada retinoblastoma (Rb) é essencial para a diferenciação eficiente de novas hemácias.

Os pesquisadores sabiam que muitas das funções de Rb acontecem devido a sua ligação com uma família de proteínas chamadas fatores de transcrição E2F, que ativa ou reprime a expressão do gene.

Lizhao Wu e seus colegas demonstraram pela primeira vez que Rb pode também funcionalmente interagir com outros membros da família E2F (isto é, E2F6, E2F7, E2F8) que não possuem o domínio de ligação de Rb, sugerindo um novo mecanismo de ação de Rb.

Os investigadores avaliaram se este mecanismo permitiria que E2F8 fosse um catalisador potencial para a produção de hemácias, quando combinado com Rb, e eles descobriram que os ratos cujas células precursoras de hemácias não tinham Rb e E2F8 apresentavam anemia aguda e grave, apesar da produção substancialmente mais elevada de eritropoietina , uma proteína que conduz a diferenciação precoce de hemácias.

A anemia foi atribuída a um defeito profundo nas últimas fases de diferenciação das hemácias e da destruição de eritrócitos maduros.

Exatamente como estas proteínas solicitam a geração de células vermelhas do sangue ainda não é claro, mas eles têm maior probabilidade de co-reprimir genes comuns que são críticos para a maturação das hemácias.

A equipe acredita que o estudo pode ajudar a identificar novas estratégias para tratar a anemia, particularmente em pacientes que não respondem à eritropoietina.

Veja mais detalhes sobre esta pesquisa (em inglês).

Fonte: Isaude.net
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