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publicado em 04/07/2012 às 10h45:00
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A greve dos servidores da área de saúde, que já atinge três dos seis hospitais federais da capital fluminense, pode aumentar, a partir desta quarta-feira (4), quando os funcionários do Hospital da Lagoa, na zona sul da capital fluminense, fazem assembleia para decidir sobre adesão ao movimento. Nesta terça-feira (3), aderiram à paralisação os servidores do Hospital Geral de Bonsucesso, na zona norte da cidade.

Os profissionais do Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, zona oeste, foram os primeiros a entrar em greve, no dia 27 de junho. Ontem (2), foi a vez dos servidores dos hospitais de Ipanema, zona sul, o do Andaraí, zona norte, e dos Servidores do Estado, no bairro da Saúde, região central. As informações são do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Sindsprev-RJ).

A diretora do Sindsprev-RJ, Cristiane Gerardo, acredita que a greve tem tomado rumos diferentes no funcionalismo federal do país por causa da posição do governo diante das negociações. Ela citou a negociação com o Ministério da Saúde em que o acordado não foi cumprido.

" Após esse acordo que foi assinado pelo Ministério da Saúde, o governo, um mês depois, edita uma medida provisória que reduz os salários dos médicos em 50%, além de modificar os critérios de pagamentos do valor da insalubridade, fazendo uma verdadeira redução passando de R$ 180 para R$ 100, em média. Com isso, como houve um processo de negociação, houve um acordo e o governo não cumpriu, não restou nenhuma outra alternativa aos trabalhadores que não decretar a greve por tempo indeterminado" , declarou.

Em nota, o Ministério da Saúde, no Rio de Janeiro, informou que o atendimento nos hospitais federais do Andaraí, de Bonsucesso, da Lagoa e dos Servidores do Estado ocorre normalmente, assim como as atividades administrativas do ministério no estado.

O órgão informou ainda que no Hospital Federal Cardoso Fontes, devido à paralisação de parte da dos servidores, os serviços de alguns ambulatórios foram interrompidos. Mas os atendimentos nos setores de oncologia, imunodeficiência, odontologia e nefrologia estão sendo feitos normalmente. O mesmo ocorre com os procedimentos de emergência. O Hospital Federal de Ipanema mantém o atendimento aos pacientes agendados e somente foi interrompida a marcação de novas consultas.

Os profissionais da saúde reivindicam reajuste salarial de 22,08% sobre o atual salário, jornada de trabalho 30 horas semanais e incorporação das gratificações. Eles também pedem reajustes dos benefícios, valorização do servidor público e a realização de concursos, entre outros.

Fonte: AGÊNCIA BRASIL
   Palavras-chave:   Paralisação    Greve    Hospital federal    Rio de Janeiro    Hospital da Lagoa   
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