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publicado em 03/07/2012 às 20h10:00
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Maria do Carmo Demasi Wanssa, Maria do Carmo Demasi Wanssa, presidente do Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero).
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Maria do Carmo Demasi Wanssa, Maria do Carmo Demasi Wanssa, presidente do Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero).

Este questionamento é freqüente aos Conselhos de Medicina no país, e, principalmente, àqueles dos Estados de fronteira como o nosso. Isto, ainda, aliado à mídia Nacional que trouxe em passado recente reportagens a respeito de estudantes que cursam medicina fora do país. O assunto foi tratado de forma superficial e tendenciosa, desviando-se dos aspectos fundamentais e legais, transformando estes estudantes em vítimas da exclusão social induzindo expectadores desinformados a apiedarem-se desses brasileiros que saem de seu país em busca do sonho de ser médico.

Então, questiona a necessidade de revalidação do diploma como se fosse uma penalização aplicada a estes excluídos sociais.

Na verdade, a obrigatoriedade de revalidação de diplomas de médicos ocorre em todos os países que zelam pela saúde de seu povo. Nosso país tem normas curriculares exigidas de acordo com as nossas necessidades. Os milhares de estudantes de medicina das faculdades brasileiras se esforçam para conseguir adentrar à tão sonhada graduação, submetendo-se a várias provas vestibulares, depois concluem seus cursos conforme as exigências curriculares de nosso país, sendo avaliados por provas nessas universidades.

Como é de conhecimento de todas as escolas latino-americanas que vem formando estes estudantes não exigem exame vestibular, não tem grades curriculares compatíveis às nossas necessidades, não têm hospital escola e não oferecem estágios obrigatórios como em nosso país. Portanto, o formado, para exercer a profissão no Brasil necessita demonstrar, através do processo de avaliação, que encontra-se apto para cuidar das pessoas. É necessário que todos os brasileiros, pobres ou ricos, possam receber uma medicina de qualidade, oferecida por médicos formados de acordo com a legislação brasileira e submetidos à fiscalização dos respectivos conselhos.

Diante disto são as provas, principalmente as práticas que promovem uma avaliação justa do conteúdo, resultado do aprendizado destes médicos que utilizam do artifício de se formarem fora do país na intenção de fugirem às difíceis regras aqui impostas.

Não há, nesta exigência, nenhuma atitude preconceituosa de discriminação, mas, sim de zelo para com a saúde de nossa população.

Fonte: CFM
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