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publicado em 27/06/2012 às 10h30:00
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Foto: Valter Campanato/ABr
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Ongs protestam contra o aborto e defendem a aprovação do projeto conhecido como Estatuto do Nascituro durante a 5ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida. 5ª Marcha Nacional pela Vida, na Esplanada dos Ministérios 5ª Marcha Nacional pela Vida, na Esplanada dos Ministérios
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Ongs protestam contra o aborto e defendem a aprovação do projeto conhecido como Estatuto do Nascituro durante a 5ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida.
5ª Marcha Nacional pela Vida, na Esplanada dos Ministérios
5ª Marcha Nacional pela Vida, na Esplanada dos Ministérios

A 5ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida, realizada na tarde desta terça-feira (26) na Esplanada dos Ministérios, protestou contra o aborto e defendeu a aprovação do Projeto de Lei 478/2007, conhecido como Estatuto do Nascituro. A marcha foi uma iniciativa da organização não governamental (ONG) Movimento Nacional da Cidadania pela Vida - Brasil sem Aborto e teve o apoio de diversas organizações e associações, ligadas ou não a questões religiosas.

Segundo o ex-deputado Luiz Bassuma, autor do projeto de lei, a Constituição Brasileira defende a vida, mas não determina em que momento ela começa. O Estatuto do Nascituro resolveria esse problema, pois defende a vida desde o momento da concepção.

Para Bassuma, ainda há questionamentos sobre a legalização do aborto por causa de grupos internacionais que, baseados na ideia de controle de natalidade, levam setores brasileiros, como algumas organizações feministas, a apoiar os métodos abortivos.

Segundo Jaime Ferreira, vice-presidente nacional da ONG Brasil Sem Aborto, as mulheres que sofrem estupros precisam entender que não são obrigadas a abortar. Ferreira também diz que o argumento de que cada mulher é dona de seu corpo não pode excluir a opção de manter a gravidez. " Eu acho que a mulher tem direito ao seu próprio corpo. Só não acho que ela tem direito ao corpo do outro, que ela carrega dentro de si" .

Rachel de Farias, voluntária da Associação Esportiva Turma dos Ratos, acha que a questão do aborto em casos de estupro é mais delicada. Para ela, a interrupção da gravidez poderia acontecer apenas no início da gestação, antes que o feto tenha um coração. Ainda assim, Rachel acredita que apoiar o aborto é apoiar um homicídio.

O Projeto de Lei 478/2007 continua em tramitação na Câmara dos Deputados. Ele está na Comissão de Finanças e Tributação e depois segue para a Comissão de Constituição e Justiça.

Fonte: AGÊNCIA BRASIL
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