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publicado em 12/06/2012 às 15h30:00
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Foto: Susan Urmy/Vanderbilt University
Carlos Arteaga (a dir.) e Justin Balko, líder do estudo, no laboratório onde a pesquisa foi conduzida
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Carlos Arteaga (a dir.) e Justin Balko, líder do estudo, no laboratório onde a pesquisa foi conduzida

Cientistas dos Estados Unidos identificaram genes ligados à resistência do câncer de mama à quimioterapia.

A pesquisa pode ajudar a explicar porque o tratamento quimioterápico antes da cirurgia não é eficaz contra alguns tumores e pode sugerir novas opções terapêuticas para pacientes com subtipos específicos da doença.

Cerca de 30% dos pacientes com câncer de mama têm uma resposta patológica completa quando a quimioterapia é utilizada para reduzir tumores antes da cirurgia. No entanto, muitos pacientes ainda ficam com tumores residuais após a conclusão da quimioterapia neoadjuvante (NAC). Estes pacientes estão em maior risco de recorrência do câncer e de morte.

Os investigadores suspeitaram que descobrir o perfil genético de tumores após a quimioterapia neoadjuvante poderia ajudar a identificar genes associados à resistência a esta forma de tratamento. Eles estudaram os padrões de expressão gênica em 49 tumores de mama obtidos durante a cirurgia após quatro meses de NAC.

Eles identificaram e analisaram grupos específicos de genes associados com a alta resistentes a quimioterapia, rotulando seus 244 genes exclusivos da assinatura e combinado este painel com assinaturas com genes previamente identificados para procurar padrões distintos de comportamento.

Os investigadores descobriram que baixas concentrações de proteína fosfatase protéica 4 de especificidade dupla (DUSP4) está fortemente correlacionada com o crescimento celular mais rápido do tumor após a quimioterapia neoadjuvante.

A baixa concentração de DUSP4 também foi correlacionada com um tipo de câncer de mama conhecido como basal.

Quando DUSP4 estava presente, a quimioterapia foi eficaz contra as células cancerosas, enquanto que quando DUSP4 foi suprimida, houve uma resposta muito inferior à quimioterapia.

"Estes dados sugerem que as células com baixa expressão de DUSP4 são enriquecidas durante NAC e que a pouca expressão de DUSP4 em tumores de mama residuais é um biomarcador potencial de resistência às drogas e uma alta probabilidade de recorrência do tumor", observa o autor da pesquisa Justin Balko, da Vanderbilt University.

Veja mais detalhes sobre esta pesquisa (em inglês).

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Câncer de mama    Quimioterapia    Perfil genético    Justin Balko    Vanderbilt University   
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