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publicado em 31/05/2012 às 19h53:00
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Pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, descobriram que mulheres que seguem uma dieta saudável e se exercitam aos 70 anos de idade têm uma expectativa de vida significativamente maior.

O estudo, publicado na revista Journal of the American Geriatrics Society, sugere que idosas que consomem frutas e vegetais e são mais ativas têm oito vezes mais chance de sobreviver durante um período de cinco anos.

Para o trabalho, a equipe analisou 713 mulheres com idade entre 70 a 79 anos a fim de avaliar as causas e os cursos de incapacidade física em mulheres idosas que vivem na comunidade.

"Uma série de estudos mediram o impacto positivo do exercício físico e da alimentação saudável na expectativa de vida, mas o que torna este estudo único é que olhamos para estes dois fatores juntos", explica a autora principal Emily J Nicklett.

Os pesquisadores descobriram que as mulheres que eram mais ativas fisicamente e tiveram maior consumo de frutas e legumes tinham oito vezes mais chances de sobreviver ao período de cinco anos de acompanhamento do que as mulheres com taxas mais baixas.

Para estimar a quantidade de frutas e legumes que as mulheres comiam, os pesquisadores mediram os níveis sanguíneos de pigmentos carotenoides benéficos de plantas que o corpo transforma em antioxidantes, tais como beta-caroteno. Quanto mais frutas e hortaliças consumidas, maiores os níveis de carotenoides no sangue.

Atividade física dos participantes do estudo foi medida através de um questionário.

As mulheres foram então acompanhadas para estabelecer as ligações entre uma alimentação saudável, exercício e taxas de sobrevivência.

Os resultados mostraram que mais da metade das 713 participantes (53%) não faziam qualquer exercício, 21% eram moderadamente ativas e as 26% restantes pertenciam ao grupo mais ativo no início do estudo.

Durante os cinco anos de acompanhamento, 11,5% dos participantes morreram. Os níveis séricos de carotenoides foram 12% maior nas mulheres que sobreviveram e que praticavam mais atividade física.

As mulheres do grupo mais ativo no início do estudo tiveram uma taxa de mortalidade 71% menor durante os cinco anos do que as mulheres no grupo menos ativo.

Os pesquisadores descobriram ainda que mulheres no maior grupo de carotenoides no início tinham uma taxa de mortalidade 46% menor do que as mulheres no grupo mais baixo de carotenoides.

Segundo os pesquisadores, quando tomados em conjunto, os níveis de atividade física e carotenoides séricos totais são capazes de prever uma melhor sobrevida.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Exercício    Dieta saudável    Expectativa de vida    Idosas    Universidade de Michigan    Emily J Nicklett   
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