Homens que traem suas esposas têm maior propensão a ataques cardíacos. É o que aponta estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Florença, na Itália. Resultados sugerem que "a morte súbita coital" é mais comum durante o ato sexual entre um homem e sua amante.
Os cientistas ainda não estão certos a respeito de porque os homens são mais propensos a ataques cardíacos quando se envolvem em sexo fora do casamento, mas sugerem que uma parte da razão se deve à consciência culpada, ao estresse e às "demandas" de uma mulher mais jovem.
"Sexo fora do casamento pode ser perigoso e estressante, porque a amante é muitas vezes mais jovem que o parceiro e, provavelmente, o sexo ocorre mais frequentemente após o consumo excessivo de bebidas e/ou comidas", diz a líder do estudo Alessandra Fisher. Além disso, a pesquisadora observa que o estresse normalmente associado com a manutenção do sigilo de um caso pode ser outro fator potencial para o aumento do risco de um evento cardíaco adverso.
Os autores observam que 4% dos homens tenham um caso dentro de um determinado ano, mas ao longo de uma vida inteira a taxa de homens com histórico de relações extraconjugais chega a 50%. Isto parece se alinhar com outras estatísticas. De acordo com informações publicadas pelo site Helium, 57% dos homens admitem ter cometido infidelidade em qualquer relacionamento que tiveram (a estatística citada por mulheres é apenas ligeiramente inferior a 54%).