Ciência e Tecnologia
publicado em 27/05/2012 às 12h30:00
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Foto: Vanderbilt University
Jack Virostko, Todd Peterson e Aramandla Radhika (da esq. p/ dir.), pesquisadores envolvidos no estudo
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Jack Virostko, Todd Peterson e Aramandla Radhika (da esq. p/ dir.), pesquisadores envolvidos no estudo

Pesquisadores da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, desenvolveram uma nova técnica capaz de iluminar e distinguir células beta presentes no pâncreas. A abordagem pode ajudar os médicos a diagnosticar o diabetes mais cedo e monitorar alterações na massa das células beta em resposta aos tratamentos.

As células beta residem no pâncreas e segregam insulina em resposta aos picos de níveis de açúcar no sangue. Em pessoas com diabetes, elas não funcionam corretamente, e muitas vezes estão em número reduzido.

Como as células beta compõem uma pequena porcentagem do pâncreas, a distinção delas do tecido circundante por meio de aplicações de imagem é difícil.

O pesquisador Jack Virostko e seus colegas fotografaram camundongos usando tomografia por emissão de pósitrons (PET). Eles usaram radioatividade para detectar tecidos e bioluminescência para identificar células beta geneticamente modificadas que expressam luciferase, a mesma proteína que faz brilhar os vaga-lumes.

Por meio da combinação destas duas técnicas, os autores conseguiram distinguir as células beta no interior da cavidade abdominal do rato.

Os pesquisadores, então, se uniram com químicos que haviam projetado traçadores para PET capazes de detectar apenas as células beta.

Eles analisaram um modelo de rato que tinha células beta que se iluminavam através da bioluminescência e que também expressavam o receptor da toxina da difteria. Quando os ratos foram injetados com a toxina da difteria, apenas as células que expressam o receptor beta foram mortas.

Os ratos foram fotografados com PET e bioluminescência antes da injeção com toxina da difteria. Quando os marcadores estavam funcionando corretamente, os sinais PET e de bioluminescência iluminaram apenas as células beta. Após a injeção de toxina, as células beta não ficaram visíveis, porque elas não sobreviveram para se ligar aos marcadores.

Para tornar o procedimento de triagem melhor, os pesquisadores projetaram um modelo pré-clínico. Eles transplantaram células beta humanas em ratos vivos e testaram os traçadores de PET para a capacidade de detectar as células humanas.

Segundo os pesquisadores, o trabalho representa uma ferramenta útil para testar marcadores de PET para a capacidade de rotular especificamente pequenos grupos de células. "A radiologia tradicional tem lidado com grandes estruturas. Se você tem um osso quebrado, isso é anatomicamente fácil de detectar. Mas se você está apenas perdendo estas pequenas populações de células, isso não é algo que você pode detectar na radiologia tradicional", conclui Virostko.

Veja mais detalhes sobre esta pesquisa (em inglês).

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Células beta    Diabetes    Pâncreas    Universidade Vanderbilt    Jack Virostko   
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