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publicado em 05/05/2012 às 14h30:00
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Bebês concebidos com a ajuda de tratamentos de fertilidade são mais propensos a nascer com sérios defeitos congênitos. É o que sugere um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Adelaide, na Austrália.

O trabalho, publicado no New England Journal of Medicine, mostrou que tratamentos como indução da ovulação, fertilização in vitro ou injeção de esperma diretamente no óvulo levaram a deficiências em 8,3% dos casos estudados.

Para o trabalho, Michael Davies e seus colegas acompanharam 308.974 nascimentos registrados na Austrália entre janeiro de 1986 e dezembro de 2002, dos quais 6.163 resultaram de concepção assistida.

Eles compararam os riscos de defeitos congênitos em todos os tratamentos de infertilidade a gravidez em mulheres sem nenhum registro de infertilidade. Eles também compararam sucessivas gestações para as mulheres.

Estudos anteriores identificaram um risco aumentado de defeitos congênitos associados com o tratamento da infertilidade, mas, segundo os pesquisadores, este é o primeiro estudo a comparar todas as formas de tratamento disponível.

O risco de qualquer defeito de nascimento em gestações envolvendo concepção assistida foi de 8,3%, em comparação com 5,8% de gestações que não envolvem técnicas de fertilização.

Para fertilização in vitro, o risco de defeitos congênitos foi de 7,2% e a taxa para injeção de esperma foi maior, 9,9%.

Os pesquisadores também descobriram que os riscos triplicaram em mulheres que fizeram uso de citrato de clomifeno, um medicamento utilizado para induzir a ovulação.

Eles ressaltam que a pesquisa se concentrou em deficiências sérias que, ou requerem tratamento ou que, em não havendo tratamento, são consideradas incapacitantes, como problemas cardíacos ou paralisia cerebral.

De acordo com Davies, o estudo agora precisa ser ampliado para incluir tratamentos mais recentes, assim como novas tecnologias reprodutivas, que podem influenciar os riscos associados de defeitos congênitos.

universityofadelaide
Reprodução assistida aumenta risco de deficiências físicas em bebês

Fonte: Isaude.net
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