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publicado em 05/05/2012 às 13h00:00
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Foto: ABALG
Segundo estudo composto extraído do própolis não mata o câncer, mas interrompe sua proliferação por tempo indeterminado
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Segundo estudo composto extraído do própolis não mata o câncer, mas interrompe sua proliferação por tempo indeterminado

Cientistas da University of Chicago Medicine, nos Estados Unidos, descobriram que um extrato d o própolis das abelhas é capaz de inibir o crescimento do câncer de próstata.

O composto natural e sem contraindicações, chamado éster fenetil do ácido cafeico, ou CAPE, mostrou efeitos positivos tanto em células cultivadas em laboratório quanto em tumores reais em cobaias.

CAPE é isolado do própolis, a resina utilizada pelas abelhas para remendar buracos nas colmeias. O própolis tem sido usado há séculos como remédio natural para as mais variadas condições, de dores de garganta e alergias a queimaduras e câncer.

Agora, pesquisadores combinaram métodos tradicionais de pesquisa do câncer com técnicas de ponta de uma área conhecida como proteômica para estudar a ação da própolis diretamente nas células.

Eles descobriram que CAPE impede o crescimento do câncer de próstata em estágio inicial impedindo que o aglomerado de células tumorais detecte fontes de alimentação.

"Quando alimentamos os camundongos diariamente com CAPE, os tumores param de crescer. Depois de várias semanas, se paramos o tratamento, os tumores começaram a crescer novamente no seu ritmo original", observa o pesquisador Richard B. Jones.

Os resultados sugerem que o composto do própolis interrompe a divisão celular, em vez de matar as células cancerosas.

Para estudar as supostas propriedades anticâncer da CAPE, o autor Chih-Pin Chuu e seus colegas testaram o composto em uma série de linhas celulares de câncer. Mesmo em baixas concentrações administradas oralmente, CAPE impediu a proliferação de células de cultura isoladas a partir de tumores de próstata humana.

O extrato também foi eficaz em retardar o crescimento de tumores de próstata humanos enxertados em ratos. Seis semanas de tratamento com o composto e o ritmo de crescimento do tumor caiu pela metade.

Segundo os pesquisadores, a capacidade do composto para congelar a proliferação das células de câncer o torna um promissor tratamento, juntamente com as quimioterapias destinadas a matar as células tumorais.

A equipe ressalta que serão necessários ensaios clínicos em humanos antes que o composto de própolis possa ser usado na prática clínica.

Fonte: Isaude.net
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