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publicado em 03/05/2012 às 20h00:00
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A Food and Drug Administration dos Estados Unidos (FDA) aprovou um novo medicamento para tratar a disfunção erétil.

Stendra (Avanafil) é uma pílula que os pacientes tomam conforme a necessidade, 30 minutos antes da atividade sexual.

"Esta aprovação expande as opções de tratamento disponíveis para os homens com dificuldade em obter ou manter uma ereção, e permite que os pacientes, em consulta com seu médico, escolham o tratamento mais adequado às suas necessidades", afirma Victoria Kusiak, da FDA.

Stendra pertence a uma classe de drogas chamada inibidores fosfodiesterase tipo 5 (PDE5) usada para ajudar a aumentar o fluxo sanguíneo que chega ao pênis. Como com outros inibidores da PDE5, Stendra não deve ser usado por homens que também tomam nitratospara tratar a dor no peito (angina), porque a combinação pode causar uma queda repentina da pressão arterial.

A segurança e eficácia do medicamento foram estabelecidas em três estudos públicos controlados com placebo. Um total de 1.267 doentes foram aleatoriamente designados para tomar Stendra por até 12 semanas, em doses de 50 miligramas (mg), 100 mg ou 200 mg, ou um placebo conforme necessário, cerca de 30 minutos antes da atividade sexual.

No início dos estudos e, posteriormente, a cada quatro semanas, os pacientes responderam a questionários para avaliar a função erétil, a penetração vaginal e relações sexuais bem sucedidas.

Os resultados mostraram que pacientes que tomam Stendra experimentaram uma melhoria estatisticamente significativa em todos os três parâmetros para as três doses de Stendra testadas.

Inibidores da PDE5 raramente causam alterações na visão. Súbita perda ou diminuição da audição tem sido relatada por pacientes em uso dessa classe de medicamentos.

Os efeitos secundários mais comuns relatados em mais do que 2% dos pacientes nos estudos clínicos de Stendra incluem vermelhidão da face, dor de cabeça, congestão nasal, sintomas gripais comuns (nasofaringite) e dor nas costas.

Para melhor avaliar a segurança de Stendra, um subgrupo de pacientes de dois dos estudos foram incluídos em outra pesquisa para receber um adicional de até 40 semanas de tratamento. Resultados iniciais mostraram que os efeitos colaterais comumente relatados em pacientes que utilizam Stendra não piorou ao longo do tempo.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Disfunção erétil    Ereção    Fluxo sanguíneo    Stendra    Victoria Kusiak    FDA   
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