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publicado em 23/04/2012 às 12h35:00
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Cientistas da Universidade de Sheffield, nos Estados Unidos, descobriram novas maneiras de detectar e tratar a osteoporose.

Os resultados, publicados no European Journal of Human Genetics, sugerem que as mulheres com um gene defeituoso têm menor massa óssea e perdem quase 10 vezes mais osso do que as mulheres que têm uma cópia correta de um receptor para a molécula de energia ATP, o receptor de P2X7.

A osteoporose é uma condição devastadora que afeta a metade de todas as mulheres e um quinto dos homens com mais de 50 anos no Reino Unido. A doença pode reduzir a qualidade de vida e mais de 100 mil pessoas morrem a cada mês porque não são diagnosticadas e tratadas precocemente.

"Esta pesquisa é muito importante, pois pode ajudar a identificar as mulheres que estão em maior risco de doenças ósseas como a osteoporose", afirma a líder da pesquisa Alison Gartland.

O trabalho atual é uma extensão de uma pesquisa publicada em janeiro que descobriu como as células individuais nos ossos respondem às pressões e tensões durante movimento como a caminhada, subir escadas ou até mesmo levantar um copo de bebida.

A pesquisa mostrou que as células ósseas liberam quantidades diferentes de energia da molécula de ATP, dependendo do tipo de carga mecânica ou estresse que eles experimentam.

No novo estudo, a equipe investigou a maneira como as células detectam e controlam as quantidades de ATP liberadas.

Eles descobriram que quando um receptor chamado P2Y13 foi modificado ele abrandou a perda óssea que costuma causar osteoporose. Isso os levou a sugerir que uma droga para desligar esse receptor pode reduzir o aparecimento da osteoporose.

"Se drogas puderem controlar a liberação de ATP durante o exercício, elas podem ajudar a construir ossos maiores e mais fortes", afirmam os autores.

A equipe acredita que o trabalho fornece novas formas para tentar combater as doenças ósseas. "Temos trabalhado arduamente ao longo dos últimos anos, usando uma variedade de abordagens para melhor compreender como o trabalho das células ósseas, como elas se comunicam umas com as outras e como isso pode dar errado", conclui Gartland.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Perda óssea    Osteoporose    Receptor P2X7    Universidade de Sheffield    Alison Gartland   
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