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publicado em 17/04/2012 às 13h00:00
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Pesquisadores do Wake Forest Baptist Medical Center, nos Estados Unidos, desenvolveram um novo dispositivo capaz de reduzir o tamanho e a extensão do tecido danificado pela lesão cerebral traumática.

A tecnologia, testada em ratos, é chamada de ressuscitação mecânica do tecido (MTR) e utiliza a pressão negativa para criar um ambiente que promove a sobrevivência celular.

Para o trabalho, a equipe liderada por Louis C. Argenta e seus colegas utilizaram MTR para remover fluidos e outras toxinas que causam a morte das células em um local de lesão no fundo do cérebro.

Quando o cérebro é lesado por uma força bruta, explosão ou outro trauma, as células no local do impacto são danificadas e morrem. Na área em torno da ferida, as células lesadas liberam substâncias tóxicas que levam o cérebro a crescer e restringir o fluxo de sangue e os níveis de oxigênio. Este processo resulta em morte celular mais ampla que afeta a função cerebral.

Argenta e sua equipe atacaram essas células cerebrais lesadas para determinar se a remoção das substâncias fluidas e tóxicas que levam à morte celular pode ajudar a melhorar a sobrevivência das células danificadas.

No estudo, uma matriz de um material de bioengenharia foi colocada diretamente sobre a área lesionada no cérebro e ligada a um tubo flexível unido a uma microbomba de vácuo. A bomba entregou um vácuo controlado ao cérebro lesionado por 72 horas sugando fluido do local da lesão.

As lesões cerebrais tratadas com o dispositivo mostrou uma diminuição significativa no edema cerebral e na liberação de substâncias tóxicas, quando comparadas com os ferimentos não tratados.

Cérebros tratados tiveram mais de 50% do tecido cerebral preservado em comparação com animais não tratados. Os testes de função comportamental demonstraram que a função foi devolvida mais rapidamente no grupo tratado com MTR.

"Estamos muito satisfeitos com os resultados até o momento. Este estudo demonstra que podemos desenvolver uma nova tecnologia com potencial para ser usada na prática clínica com segurança", afirma Argenta.

Os pesquisadores estão agora estudando a mesma tecnologia em modelos de acidente vascular cerebral e hemorragia cerebral.

Fonte: Isaude.net
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