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publicado em 15/04/2012 às 10h00:00
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O Ministério da Saúde se reuniu, na semana passada, com representantes de saúde das cidades-sede da Copa do Mundo de Futebol de 2014 para debater, elaborar planos e preparar campanhas preventivas sobre possíveis surtos e epidemias em municípios que receberão os jogos. O encontro também discutiu a questão do monitoramento nas regiões turísticas e a organização da rede assistencial pública e privada para atender as demandas durante o evento mundial.

Segundo o coordenador da Câmara Temática e Secretário-Executivo adjunto do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, as ações não têm o objetivo de criar investimento específico para a Copa e, sim, avançar no processo organizativo do Sistema Único de Saúde (SUS). " O que está sendo discutido aqui vai ser importante não só para a Copa, não só para dar segurança aos turistas que vierem ao Brasil de que se houver qualquer problema na área de saúde poderão ser atendidos pelo SUS, mas, sobretudo, vai ficar como um grande legado de fortalecimento do SUS, da capacidade dele atuar e operar em situações de urgência, emergência e saúde pública e atuar em grandes eventos" , defendeu Massuda.

A diretora do Departamento de Atenção Especializada do Ministério da Saúde, Alzira Jorge, demonstrou alguns planos da Rede de Atenção de Urgências e Emergências. " Uma das nossas principais metas é pactuar os serviços de saúde públicos, filantrópicos e privados. Nós já estamos mapeando os serviços de urgência. E nossos próximos passos consistem em capacitar os profissionais e identificar serviços de referência para atendimento aos turistas" , detalhou. De acordo com a diretora, serão oferecidos aos voluntários da Força Nacional do SUS cursos de gestão de crises e oficinas de sensibilização.

O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde, irá realizar ações de vigilância para prevenir surtos e epidemias e preparar respostas imediatas às emergências durante a Copa 2014. Dentre os trabalhos previstos está a vacinação de taxistas, profissionais de hotelarias, empresas aéreas e aeroportos contra rubéola e sarampo até 30 dias antes do início dos eventos. Também será elaborado material destinado aos profissinais de saúde e aos diretamente ligados ao evento para aprimorar a notificação de casos de doenças.

Por fim, a Agência Nacional de Vigilância em Saúde (Anvisa) se comprometeu a visitar as 12 cidades-sede para fazer a preparação das ações de monitoramento de risco sanitário nos setores de alimentação, água e estabelecimentos de saúde.

Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE
   Palavras-chave:   Copa do Mundo 2014    Ministério da Saúde    Câmara Temática   
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