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publicado em 12/04/2012 às 15h30:00
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Alguns medicamentos antidepressivos parecem diminuir a depressão em pessoas com doença de Parkinson sem agravar os problemas motores, de acordo com um estudo publicado pela Academia Americana de Neurologia.

Os resultados são animadores porque a depressão é comum em pessoas com Parkinson, mas não existiam tratamentos eficazes para o sintoma sem efeitos colaterais graves.

A nova pesquisa mostra que os medicamentos antidepressivos mais novos tratam a condição com menos efeitos colaterais e não pioram a condição motora dos pacientes.

O Parkinson é uma doença neurológica crônica que piora com o tempo, deixando os pacientes menos capazes de dirigir ou controlar seus movimentos, devido à perda de células em várias partes do cérebro. Além dos problemas físicos, a doença também pode causar sintomas psicológicos. Quase metade das pessoas com Parkinson sofrem de depressão.

Para o trabalho, a equipe testou as drogas paroxetina, antidepressivo da classe de inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRSs) e venlafaxina de liberação prolongada, da classe de inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (SNRIs).

O ensaio clínico durou três meses e envolveu 115 pessoas em vários estágios da doença de Parkinson que preenchiam os critérios para a depressão. Cerca de um terço dos participantes recebeu paroxetina, outro terço recebeu venlafaxina e a outra parte foi tratada com um placebo. A dosagem da droga foi aumentada até que a depressão do participante fosse tratada eficazmente.

Em média, as pessoas que receberam paroxetina apresentaram uma melhora de 59% e aqueles recebendo venlafaxina mostraram 52% de melhora em suas pontuações na Escala de Hamilton para Depressão. As pessoas que receberam o placebo tiveram 32% de melhora.

"O estudo sugere que, enquanto há um efeito claro do placebo, há um maior benefício dos antidepressivos. As drogas foram geralmente bem toleradas e não levaram a qualquer piora no funcionamento motor", afirma Irene H. Richard, da Universidade de Rochester Medical Center.

Fonte: Isaude.net
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