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publicado em 07/04/2012 às 14h30:00
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Pesquisadores da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, desenvolveram um "chip genético" capaz de identificar a resistência às drogas anti-malária.

A tecnologia vai permitir uma resposta mais rápida sobre a eficácia do tratamento e ajudar os médicos a prescrever terapias mais adequadas para cada paciente.

"A malária tem atormentado seres humanos e continua a frustrar os esforços de controle abrangentes. A resistência finalmente emerge para todas as drogas e tentativas de vacinas são sempre "no horizonte", mas ainda não se materializaram", afirma o pesquisador Michael Ferdig.

Artemisinina, um produto natural de uma planta usada na China há séculos é, atualmente, a droga mais recente para o combate à malária multi-resistente. No entanto, esta última linha de defesa contra a malária em todo o mundo é cada vez mais vítima do problema da resistência a drogas.

"Podemos usar o nosso novo método para ver uma possível resistência que esteja emergindo, responder em tempo real e modificar as estratégias para salvar uma droga, como protegê-la com novas formulações", ressalta Ferdig.

A equipe de pesquisadores usou as novas tecnologias de genômica e bioinformática para investigar a resistência a drogas anti-malária.

A equipe desenvolveu o 'chip genético' para realizar análises genéticas detalhadas de amostras de doentes de malária. O chip pode analisar 7 mil "SNPs" informativos (single nucleotide polymorphisms) espaçados uniformemente por todo o genoma do parasita.

"Isso dá aos pesquisadores a capacidade de "ver" como o genoma está mudando sob a ação das drogas. Isto é especialmente importante para locais como o Sudeste Asiático, que possui um alto índice de resistência às drogas antimaláricas", ressalta o pesquisador John Tan.

"Agora temos marcadores de resistência emergentes e novas hipóteses que vamos usar para rastrear o mecanismo de resistência. Juntos, estes irão indicar novos caminhos para ajustar o uso de artemisinina (principalmente para modificar as combinações com outras drogas) e para regular o ritmo da resistência", conclui Ferdig.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Malária    Resistência    Chip genético    Universidade de Notre Dame    Michael Ferdig   
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