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publicado em 27/03/2012 às 16h26:00
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Ato público realizado em Recife (PE) por entidades médicas e representantes do Estado para marcar a semana de mobilização nacional Ricardo Paiva fala à imprensa durante ato público da Semana de Mobilização Nacional para Busca e Defesa da Criança Desaparecida, em Recife (PE)
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Ato público realizado em Recife (PE) por entidades médicas e representantes do Estado para marcar a semana de mobilização nacional
Ricardo Paiva fala à imprensa durante ato público da Semana de Mobilização Nacional para Busca e Defesa da Criança Desaparecida, em Recife (PE)

Durante a Semana de Mobilização Nacional para Busca e Defesa da Criança Desaparecida, 25 a 31 de março, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os 27 Conselhos Regionais retomam a mobilização que chama atenção dos médicos para o problema do desaparecimento de menores. A campanha pede o engajamento dos 370 mil médicos do Brasil na busca de crianças desaparecidas.

Fugas do lar representam 76% dos casos de desaparecimentos de crianças em todo o mundo. E desse total, 80% são casos de reincidência, as chamadas "fugas crônicas". Somente 9% dos casos de desaparecimento de crianças estão ligados a pessoas estranhas. Os dados são do Centro Internacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas (Icmec).

Anualmente, são registrados no Brasil 40 mil desaparecimentos de crianças. De acordo com especialistas, 70% dos desaparecidos fogem de casa por problemas domésticos e cerca de 15% nunca mais reencontrarão suas famílias.

Um dos membros da Comissão de Ações Sociais do CFM, Ricardo Paiva, lamenta que as famílias enfrentem resistência das autoridades quando precisam registrar o desaparecimento de um filho. Ele explica que muitas delegacias de polícia só abrem um boletim de ocorrência após 72 horas de ausência da criança.

" Precisamos popularizar que no Brasil, a Lei N° 11.259, de 30 de dezembro de 2005, estabelece que, ao registrar o boletim de ocorrência, as delegacias devem iniciar imediatamente as buscas, contatando portos, aeroportos e terminais rodoviários" .

Campanha

Cartazes com esclarecimentos estão sendo afixados nos postos de saúde e hospitais de todo Brasil. Além dos cartazes, o CFM hospeda uma página eletrônica que traz informações para pais e médicos sobre a questão (http://flavors.me/medicinaecriancasdesaparecidas). As informações também são encaminhadas mensalmente por meios eletrônicos aos 370 mil médicos do país.

O CFM disponibiliza ainda no site oficial da entidade - www.portalmedico.org.br - um banner da campanha, que também dá acesso ao Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas (www.desaparecidos.mj.gov.br). O objetivo da iniciativa é ampliar um esforço coletivo e de âmbito nacional, para a busca e localização de crianças, adolescentes e adultos.

Fonte: Isaude.net
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