Profissão Saúde
publicado em 22/03/2012 às 15h12:00
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Trabalhadores paulistas que atuam na área de saúde iniciaram, nesta quarta-feira (21), uma paralisação de 48 horas por melhores condições de trabalho e remuneração. Funcionários de pelo menos duas unidades especializadas em HIV/Aids da capital paulista o Centro de Referência e Treinamento (CRT) em DST/Aids e o Instituto de Infectologia Emílio Ribas - aderiram ao movimento. Apesar disso, de acordo com informações oficiais, os usuários estão sendo atendidos.

" Nenhum usuário ficará sem remédio, atendimento de urgência ou internação. O Hospital Dia também está funcionando" , afirmou a diretora do CRT, Maria Clara Gianna.

Segundo Maria Clara, o que deixou de ser realizado foram as consultas e os exames agendados. " Mesmo assim, os usuários estão passando por triagem. Quem tiver algum sintoma ou queixa será atendido."

A coordenadora do CRT disse também que, depois da paralisação, haverá uma força-tarefa para reagendar os procedimentos no menor prazo possível. Ela não soube informar quantos trabalhadores estão parados, mas disse que todos eles estão no CRT. " Apesar da paralisação, o clima é de tranquilidade."

Já no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, a assessoria de imprensa informou que nenhum serviço deixou de ser prestado e que o número de trabalhadores que aderiu ao movimento "é mínimo".

Sobre a paralisação

O Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo (SindSaúde-SP) informou que a paralisação foi uma deliberação dos trabalhadores durante assembleia realizada no dia 15 de março. O objetivo é pressionar o governo do Estado a negociar a pauta de reivindicações, que inclui aumento salarial de 26%; aumento do vale refeição; regulamentação da jornada de 30 horas; aumento do prêmio de incentivo; aposentadoria especial e concurso público.

No dia 23 de março, os trabalhadores realizarão nova assembleia para avaliar a paralisação e deliberar os próximos passos da campanha salarial. Poderão duscurtir, inclusive, greve por tempo indeterminado.

Ainda segundo o Sindicato, trabalhadores de diversas Unidades Básicas de Saúde e de pelos menos 13 hospitais estão participando da paralisação na capital paulista. Na Grande São Paulo e interior, funcionários de pelo menos 13 hospitais teriam aderido ao movimento.

Fonte: Isaude.net
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