Profissão Saúde
publicado em 24/02/2012 às 10h56:00
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Foto: Carla Cavalheiro/SIMESC
Reunião entre representantes dos médicos e os secretários municipais de Governo. Nesta quinta-feira (23), profissionais de saúde do PSF paralisaram atendimentos.
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Reunião entre representantes dos médicos e os secretários municipais de Governo. Nesta quinta-feira (23), profissionais de saúde do PSF paralisaram atendimentos.

Após suspenderem o atendimento nos mais de 50 postos de saúde na tarde da última quinta-feira (23), os médicos da prefeitura de Florianópolis (SC) decidiram montar um calendário de atividades que incluirá novas suspensões de atendimentos, possivelmente, no mês de março. Representantes do setor cobram do governo a suspensão do desconto ilegal na gratificação do Programa de Saúde da Família (PSF) e o aumento em 15% retroativa a janeiro de 2012.

Durante a reunião entre representantes dos médicos e os secretários municipais de Governo nesta quinta-feira, foi proposta a criação de uma comissão para avaliar a forma de alterar a redação do decreto 441/98 que está gerando o desconto ilegal na remuneração dos médicos.

"Hoje a resposta não existe, mas sim uma comissão montada para buscarmos aquilo que é necessário, a suspensão do desconto ilegal. A única forma de superar o impasse é construirmos juntos a solução", avalia o presidente do Simesc, Cyro Soncini.

Sobre o reajuste que havia sido garantido pela secretaria municipal de Saúde - 15% sobre a gratificação do PSF -, a resposta dada pelos representantes da prefeitura é de que primeiro será feita a análise do impacto financeiro da data base dos servidores públicos municipais para em seguida ser avaliada a possibilidade de reajuste aos médicos.

"Lembramos aos secretários que o reajuste é uma forma de tornar mais atrativo o vínculo dos médicos com a prefeitura e que esse reajuste só terá realmente valor se houver a suspensão do desconto ilegal. Assim quem sabe poderemos conter a evasão dos médicos, melhorar a rede de atendimento e dar à população o atendimento merecido, sem filas de espera e com profissionais em diversas especialidades" , comenta o diretor clínico da Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis, Renato Figueiredo.

Fonte: Isaude.net
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