Ciência e Tecnologia
publicado em 20/02/2012 às 11h00:00
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Cientistas do Reino Unido desenvolveram uma técnica que pode formar a base de um diagnóstico não invasivo para o adenovírus - o vírus responsável por um grande número de doenças comuns.

A tecnologia de biossensores desenvolvida pelos pesquisadores na University of Leeds pode não só detectar a presença do vírus, mas também identificar a estirpe individual e o número de partículas de vírus presentes.

O estudo subjacente a esta pesquisa foi publicado hoje (15 de Fevereiro), na revista Biossensors & Bioeletronics.

Atualmente, o teste para vírus é demorado, complicado, e requer preparação especializada de amostras para identificar o DNA do vírus. Usando esta nova técnica, o teste para vírus poderia ser muito mais rápido, mais simples e, finalmente, menos oneroso. Para os pacientes, esse tipo de diagnóstico significaria um tratamento mais rápido.

"Este é um avanço significativo nos testes de vírus. Pela primeira vez, conseguimos testar a presença de um vírus inteiro, em vez de ter de procurar o seu material genético e, pela primeira vez, o número de partículas virais foi contado utilizando um dispositivo de laboratório-em-um-chip. Estas são grandes novidades" disse o professor Paul Millner da University's Faculty of Biological Sciences, que supervisionou o estudo.

O adenovírus é um vírus comum encontrado em vertebrados que causa muitas doenças, do resfriado comum, até a gastroenterite. Pessoas com fortes sistemas imunitários não são muito afetadas pelo vírus, mas para aqueles com um sistema imunológico imaturo ou comprometido - como crianças pequenas ou portadores de HIV - podem ter consequências fatais.

A nova técnica utiliza anticorpos ligados a um sensor elétrico. Ao medir as alterações elétricas do sensor, os pesquisadores conseguiram identificar quantas partículas virais estavam presentes, e determinar o tipo de vírus dependendo da sua resposta.

"Há um longo caminho a percorrer antes que a tecnologia possa chegar a um consultório médico, mas nós provamos o conceito. Agora precisamos aumentar a sensibilidade do teste e otimizar as diferentes fases do processo de modo que possamos considerar dimensioná-lo para ensaios clínicos", disse Rebecca Caygill, uma estudante envolvida no estudo.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Adenovírus    Diagnóstico    Método não-invasivo    DNA do vírus    Dispositivo lab-on-a-chip   
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