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publicado em 16/02/2012 às 11h22:00
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Foto: Elza Fiúza/ABr
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Durante o programa ministro citou número de transplantes no Brasil, a campanha de prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e Aids para o Carnaval
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"É preciso fazer mais com o que temos". Alexandre Padilha, ministro da Saúde , participa do programa Bom Dia Ministro e afirma que, apesar dos cortes, o orçamento da Saúde ainda será o maior da história.
Durante o programa ministro citou número de transplantes no Brasil, a campanha de prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e Aids para o Carnaval

Ao comentar os cortes anunciados pelo governo federal no Orçamento Geral da União de 2012, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse nesta quinta-feira (16) que a pasta ainda terá o maior orçamento da história, com aumento de 17% em relação ao do ano passado, e o maior volume de recursos desde 2000.

Os ministérios da Saúde, das Cidades e da Defesa foram os mais afetados pelo corte de R$ 55 bilhões no Orçamento Geral da União. Segundo números divulgados nessa quarta-feira (15), apenas nessas três pastas, o bloqueio de verbas soma R$ 12,114 bilhões. Na Saúde, serão cortados R$ 5,473 bilhões. O volume de recursos foi reduzido de R$ 77,582 bilhões para R$ 72,110 bilhões.

" Sabemos que a saúde precisa de mais recursos, mas, no papel de ministro, tenho que fazer mais com o que nós temos" , ressaltou, ao participar do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência.

Padilha lembrou ainda que, apesar do corte, o volume de recursos destinados à área de saúde este ano é maior do que o previsto pela Emenda Constitucional nº 29 como contribuição obrigatória por parte do governo federal.

" Vamos trabalhar muito para executar esses recursos. Eu, como ministro da Saúde, não tenho que ficar esperando os recursos virem do céu. Temos que fazer mais com o que nós temos, temos que fazer com que esses recursos sejam mais bem aplicados, combinando [isso] ao combate ao desperdício de recursos na saúde" , disse Padilha.

De acordo com o ministro, em 2011, a pasta chegou a economizar R$ 1,7 bilhão, por meio de medidas como a centralização da compra de medicamentos e o combate a fraudes. O montante, segundo ele, possibilitou a criação do programa Saúde Não Tem Preço, que distribui remédios gratuitos para combater a hipertensão e o diabetes.

"Teremos, para 2012, o maior aumento que a saúde já teve desde o ano 2000, o maior aumento percentual desde que foi criada a Emenda Constitucional 29 e um valor acima do que estava estabelecido como obrigação do governo federal. Precisamos, agora, preparar as parcerias com os estados e municípios, para executar bem esses recursos, fiscalizar cada vez melhor, combater qualquer tipo de desperdício e fazer mais com o que nós temos" , concluiu.

Fonte: Isaude.net
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