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publicado em 08/02/2012 às 15h00:00
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Novas tecnologias não invasivas de remoção de gordura oferecem uma alternativa para pessoas que não podem passar por lipoaspiração, de acordo com dermatologistas da Yale University School of Medicine, nos Estados Unidos.

Os procedimentos utilizam a resposta das células de gordura a estímulos como a temperatura para eliminá-las de locais de difícil acesso no organismo.

"As células de gordura são por natureza muito diferentes de outras células, especialmente em como respondem a níveis variáveis de temperatura. A maioria das novas tecnologias recentemente introduzidas para remoção de gordura foi desenvolvida com base neste conhecimento e, como resultado, pode atacar áreas específicas com acúmulo de gordura corporal utilizando a energia entregue como o calor ou o frio", explica a dermatologista Lisa M. Donofrio.

Entre as novas tecnologias estão a radiofrequência; criolopólise e o ultra-som.

Radiofrequência

Uma das mais recentes tecnologias de redução de gordura, a radiofrequência fornece energia para as áreas de gordura por meio de uma condução controlada de calor dentro das células de gordura e, assim, as destrói.

Enquanto a técnica ainda não foi aprovada pela Food and Drug Administration EUA (FDA) para remoção de gordura, Donofrio explica que ela está sendo amplamente utilizada por dermatologistas com muito sucesso em pessoas com bolsas de gordura em excesso. Como não há necessidade de um período de recuperação, os pacientes podem retomar suas atividades normais imediatamente.

"Radiofrequência é um procedimento muito versátil que pode ser usado em qualquer área do corpo com o mesmo grau de sucesso. Para as pessoas que não são consideradas acima do peso, mas têm bolsas de gordura indesejadas que não estão respondendo à dieta e exercício, a radiofreqüência é uma boa opção", afirma Donofrio.

Outro benefício da radiofrequência é a sua capacidade tanto de reduzir a gordura quanto de esticar a pele por dirigir energia diretamente ao colágeno. Por exemplo, um paciente com braços flácidos pode ter uma pele mais frouxa e gordura nesta área. Neste exemplo, Donofrio explica que o médico pode usar radiofrequência para esticar a pele em primeiro lugar e, em seguida, remover o excesso de gordura.

Criolopólise

O novo processo não invasivo já é aprovado pela FDA para remover gorduras em áreas localizadas no abdômen inferior ou ao longo dos lados do corpo.

Uma vez que as células de gordura são mais sensíveis às temperaturas frias do que as outras células da pele, a criolopólise congela os lípidos nas células de gordura que se dissolvem em seguida, lentamente, sem causar trauma ou lesão nos tecidos circundantes. Por este motivo, os resultados não são imediatos e a redução da camada de gordura torna-se visível gradualmente ao longo de dois a seis meses.

"Enquanto criolopólise é uma abordagem muito inovadora para a redução de gordura, a própria máquina é limitada e não tão versátil quanto a radiofreqüência, permitindo o tratamento apenas de áreas maiores de gordura. No entanto, a evolução da técnica pode permitir aos dermatologistas tratar a face interna das coxas, pescoço e braços para uma redução mais refinada redução de gordura", explica. Donofrio.

Ultra-som

O ultra-som, que usa ondas sonoras focadas de alta intensidade para causar destruição e fuga das células de gordura, está sendo investigado para redução de gordura corporal. Semelhante a outros procedimentos não invasivos utilizados para combater o acúmulo de gordura, a energia do ultra-som penetra através das camadas da pele até o alvo de gordura sem prejudicar a pele ou os tecidos circundantes.

Segundo Donofrio, a diferença do ultra-som é que ele envolve a destruição mecânica das células de gordura que se dissolvem gradualmente ao longo do tempo, em vez de destruição por extremos de temperatura.

"Apesar de o ultra-som não ser aprovado pela FDA para a remoção de gordura, pode ser outra opção no futuro para as pessoas que desejam atingir áreas específicas de gordura sem cirurgia. Neste ponto, mais dados são necessários para determinar sua eficácia na redução de gordura", afirma a dermatologista.

Donofrio acrescenta que como a radiofrequência; criolopólise e o ultra-som são dispositivos externos, que afetam apenas a superfície da camada de gordura, eles exigem várias sessões de tratamento para produzir melhores resultados.

Estes procedimentos não-invasivos não são destinados a substituir a lipoaspiração para remoção de gordura, mas aparece como uma alternativa para pessoas que não são candidatas a esse tipo de cirurgia.

A lipoaspiração é um procedimento controlado e preciso, ao passo que os dispositivos externos exigem um espera para avaliar a resposta das células de gordura.

Fonte: Isaude.net
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Lipoaspiração    gordura corporal    dermatologia    Yale University School of Medicine    Lisa M. Donofrio   
Comentários:
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Sonia Pastorino
postado em:
21/10/2010 13:12:22
Gostaria de saber qual contato para a compra do aparelho de Criolipolise para minha Clinica estetica.
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