Cientistas do Estados Unidos demonstram o sucesso e eficácia de um exame de sangue capaz e detectar e analisar células tumorais circulantes (CTCs) - células dissidentes dos tumores sólidos dos pacientes com câncer.
As descobertas, relatadas em cinco novos artigos, mostram que a análise de sangue altamente sensível fornece informações que poderão em breve ser comparáveis às de alguns tipos de biópsias cirúrgicas.
"É uma tecnologia de próxima geração. Isso aumenta significativamente a nossa capacidade de monitorar, prever e compreender a progressão do câncer, incluindo a metástase, que é a principal causa de morte para os pacientes com câncer", disse o professor associado da Scripps Research Peter Kuhn, pesquisador sênior dos novos estudos e principal inventor do exame de sangue de alta definição.
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O novo teste, chamado HD-CTC, rotula as células na amostra de sangue do paciente de uma maneira que distingue as possíveis CTCs dos glóbulos vermelhos e brancos comuns. Em seguida, usa um microscópio digital e um algoritmo de processamento de imagem para isolar as células suspeitas com tamanhos e formas ("morfologias") diferentes daquelas das células saudáveis. Assim como em uma biópsia cirúrgica, um patologista pode examinar as imagens das suspeitas CTCs para eliminar falsos positivos e observar as suas morfologias.
Kuhn enfatiza que essa configuração básica pode ser facilmente modificada com diferentes técnicas de rotulagem das células e de processamento de imagem.