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publicado em 03/02/2012 às 08h00:00
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Foto: Loyola Univesity Medical Center
Dr. Murali Rao da Loyola Univesity Medical Center realiza o procedimento na paicente Nan Miller
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Dr. Murali Rao da Loyola Univesity Medical Center realiza o procedimento na paicente Nan Miller

Uma nova terapia magnética que trata a depressão maior está se tornando mais popular nos Estados Unidos.

Cerca de 300 centros no país já oferecem o tratamento, chamado de estimulação magnética transcraniana (TMS). O tratamento envia pulsos curtos de campos magnéticos para o cérebro.

Levantamento realizado no Loyola University Medical Center, aponta que 66% dos pacientes submetidos ao procedimento relataram ter notado diminuição significativa e/ou cura completa da depressão.

Entre os pacientes tratados na instituição está Nan Miller. Segundo ela, antes de receber TMS não havia conseguido sucesso no tratamento com nove antidepressivos diferentes e sofreu ciclos cada vez mais graves de depressão ao longo de sete anos. Ela ainda relatou ter tentado a eletroconvulsoterapia (antigamente conhecida como eletrochoque), mas não quis considerar mais essa opção. O alívio, de acordo com ela, só veio mesmo com a TMS, quando, após algumas semanas de tratamento percebeu que a condição estava sob controle.

A Food and Drug Administration aprovou a TMS em 2009 para os pacientes que sofrem de depressão grave e que não obtiveram sucesso com o tratamento com, pelo menos, um antidepressivo. O FDA aprovou um sistema de TMS, o NeuroStar, fabricado pela Neuronetics.

Como funciona

O paciente reclina-se em uma cadeira confortável e acolchoada. Uma bobina magnética, colocada perto do lado esquerdo da cabeça, envia pulsos curtos de campos magnéticos para a superfície do cérebro. Isto produz correntes que estimulam as células cerebrais. As correntes, por sua vez, afetam os circuitos reguladores do humor mais profundos no cérebro. As mudanças resultantes no cérebro parecem ser benéficas para os pacientes que sofrem de depressão.

Cada tratamento dura de 35 a 40 minutos. Os pacientes tipicamente são submetidos a três tratamentos por semana durante quatro a seis semanas.

Os tratamentos não necessitam de anestesia ou sedação. Depois, o paciente pode retomar suas atividades normais imediatamente, incluindo dirigir. Os estudos descobriram que os pacientes não sofrem perda de memória ou convulsões. Os efeitos colaterais incluem dor de cabeça leve ou formigamento no couro cabeludo, que pode ser tratado com Tylenol.

Fonte: Isaude.net
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